Cinco Votos para Obter Poder Espiritual.

Primeiro - Trate Seriamente com o Pecado. Segundo - Não Seja Dono de Coisa Alguma. Terceiro - Nunca se Defenda. Quarto - Nunca Passe Adiante Algo que Prejudique Alguém. Quinto - Nunca Aceite Qualquer Glória. A.W. Tozer

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quarta-feira, 1 de agosto de 2012

O caso de José de Arimatéia


A Paz do Senhor a todos, esse (espero eu) seja o último post sobre política, e porque desse post, recentemente um pregador em nossa cidade disse que José de Arimatéia é o personagem que da base bíblica para que um cristão possa se envolver com política. Estou postando dois artigos aqui para fecharmos o assunto de política e creio que irá esclarecer quem foi  José de Arimatéia para os irmãos.  Que Deus abençoe a todos e boa leitura.

Alessandro Silva

O caso de José de Arimatéia

   Alguns afirmam que no Novo Testamento temos um crente político: José de Arimatéia era senador. 
Portanto, por que o crente não pode concorrer a um cargo político?
   Muitas histórias surgiram com respeito a José de Arimatéia, inclusive a de que ele teria evangelizado na Inglaterra. Sua riqueza seria proveniente de minas de estanho, que a família possuía na Inglaterra. Fala-se também que ele teria sido o portador do cálice da última santa ceia para a Gã-Bretanha, onde foi escondido e não encontrado. Entretanto, a história real que temos sobre José de Arimatéia está limitada aos registros bíblicos, que estão em: Mt 27:57-60; Mc 15:43-46; Lc 23:50-56 e Jo 19:38-42. Destes trechos extraímos que: ele era rico, seu nome era José e era procedente da região de Arimatéia (Mt 27:57); era membro do Sinédrio (Lc 23:50, Mc 15:43); era discípulo de Jesus e esperava o Reino de Deus (Mt 27:57, Mc 15:43, Lc 23:51, Jo 19:38); era um homem justo (Lc 23:50); não tinha concordado com a resolução do Sinédrio, que havia condenado a Jesus (Lc 23:51); temia os judeus e não declarava explicitamente que seguia os ensinamentos de Jesus (Jo 19:38); José de Arimatéia tinha trânsito livre com as autoridades, pois falou diretamente com Pilatos e conseguiu a guarda do corpo de Jesus (Mc 15:43, Mt 27:58, Jo 19:38); pessoalmente, Arimatéia manuseou o corpo de Jesus e o colocou no seu túmulo, que era novo, ele rolou a pedra que selou o túmulo (Mt 27:59-60, Lc 23:53, Mc 15: 45-46). Os registros bíblicos não nos permitem concluir definitivamente que José de Arimatéia fosse crente, um homem nascido de novo. É preciso lembrar que muitos seguiam Jesus, mas que poucos realmente entenderam quem ELE era. José de Arimatéia “esperava o Reino de Deus” na visão judaica, ou seja, a restauração do reino de Israel através de um Messias “os que estavam reunidos lhe perguntavam: Senhor será este o tempo em que restaures o reino a Israel” (Atos 1:6). José de Arimatéia era “bom e justo” no aspecto ético e moral. Mas isso não implica necessariamente que fosse salvo. Nicodemos também era correto, não corrupto e reconhecia, como José de Arimatéia, ter Jesus vindo de Deus, no entanto Jesus disse que Nicodemos precisava nascer de novo. Em Mt 27:57 diz que José de Arimatéia “era discípulo de Jesus” e em em Jo 19:38 diz que ele “era discípulo oculto”. A Bíblia diz em Mc 15:43 e Lc 23:51 que José de Arimatéia “esperava o Reino de Deus”. A palavra “discípulo”, em Mateus e João, tem uma conotação genérica que não implica necessariamente compromisso com Jesus. Jesus fez um discurso e muitos de seus discípulos o abandonaram e já não andavam com Ele ( Jo 6:66), ou seja, muitos seguiam Jesus mas não passaram pela experiência do novo nascimento, não entendiam realmente quem ELE era. Portanto, não há como querer justificar o engajamento do crente na política tomando como exemplo José de Arimatéia. Aliás, mesmo que José de Arimatéia tivesse nascido de novo, não há nenhuma garantia de que ele permaneceu como senador ou que tenha realizado campanha política para disputar o cargo.
   

O CRENTE E A POLÍTICA



Jesus, a igreja primitiva e a política

Na época em que o Senhor Jesus vivia na terra, havia grande agitação política. Na tensa situação, o sentimento nacionalista estava vivo e povo sonhava com uma coalizão povo-farizeu-saduceu contra Roma, a opressora dos povos. Em tais circunstâncias, não é de estranhar que o povo esperasse um posicionamento de Jesus no tocante àquela situação calamitosa, ou o seu apoio, quer ao partido nacional, com tendência patriótica e religiosa, quer ao oponente, o partido romano. Em Creta ocasião, representantes dos dois partidos trataram obter uma opinião política de Jesus, valendo-se de uma maliciosa pergunta: “é lícito pagar tributo a César ou não?” (Mt 22:17).Constatamos pela resposta de Jesus que Ele nada tinha a declarar a respeito da política da época. Mostrando-lhes a moeda destinada ao pagamento do tributo imperial, Jesus perguntou: “de quem é esta efígie e inscrição? responderam: “de César”. Jesus disse-lhes: “daí a Cesar o que é de César e a Deus o que é de Deus” (Mt 22: 20-21). Uma das atitudes importantes de Jesus foi sua imparcialidade política. Ele se recusou a tomar posição a respeito da questão política porque o Reino do Céu não se alcança através da força humana e nem é organizado como reino político. Para alguns, Jesus era um líder piegas e demasiadamente pietista em relação ao problema político. Para outros, Ele era um antipatriota, pois não incitava o povo a luta pela liberdade e a resistir à tirania. Para a grande maioria, Jesus era um alienado, pois só falava de amor ao próximo, enquanto o povo estava faminto, oprimido e sem liberdade política. Mas a verdade era que Jesus estava ratificando, de forma definitiva, a separação entre a igreja e o Estado.
Certa ocasião, Jesus teve uma oportunidade singular: comandar uma multidão entusiasmada e decidida a defender a independência da Galiléia, província do norte da Palestina. O povo estava tão eufórico com o poder do Senhor de Jesus, depois de vê-lo alimentar uma grande multidão com cinco pães e dois peixes que queriam proclamá-lo rei (Jo 6:15). Mas não foi com essa finalidade que Ele veio a esta terra. Jesus não desejava ser arrastado a semelhante movimento e por isso retirou-se sozinho para o monte. Ele não era homem de política. O seu desígnio era servir a Deus e salvar os homens. À oferta da glória política que o diabo ofereceu a Jesus quando lhe disse: “te darei todos os reinos do mundo” ( Lc 4: 6-7), Jesus replicou: “está escrito: ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele darás culto” (Lc 4:8). Jesus recusou todos os reinos, porque sabia que há um só reino eterno, do qual Ele é Senhor, todos os demais reinos desaparecerão. Quando Jesus disse: “os pobres vós tendes sempre convosco” (Mt 26:11), não foi comodismo nem alienação de sua parte, pelo contrário, Ele estava apontando para a inevitabilidade da injustiça em qualquer sistema político. Só no Reino do Senhor não haverá pobres, pois todos serão “sacerdotes e reis” (I Pe 2:9).
No início do cristianismo, a escravidão era uma instituição bem estabelecida e de uma crueldade sem limites. Não era difícil imaginar que os crentes fossem chamados a empreender uma campanha pela abolição. No entanto não vemos na Bíblia Paulo e os apóstolos se pronunciarem contra os males da escravidão da época. Paulo e os apóstolos nunca encabeçaram movimentos contra a escravidão. A epístola de Filemom mostra-nos que os crentes da igreja primitiva não moveram um dedo para mudar a situação. Onésimo, escravo fugitivo, converteu-se por meio da pregação do apóstolo Paulo em Roma. Em vez de Paulo aproveitar a ocasião para combater o mal da escravidão, ele faz um apelo espiritual e insiste para que o escravo Onésimo, embora continuasse sendo escravo, fosse agora recebido como irmão, e irmão amado pelo seu amo Filemom (Filemom 10:16). É claro que não podemos ficar indiferentes a um governo opressor e cruel. Mas, lembremo-nos de que o recurso do crente é o próprio Deus, não a agitação, a propaganda política, as petições dirigidas ao Congresso ou a mobilização das massas. O recurso da igreja é entrar na presença de Deus em oração e jejum, depositar diante dEle o fardo que o mundo faz pesar sobre o nosso coração e depois sair para a proclamar as Boas Novas de Cristo aos homens. É importante observar que a escravidão findou no império romano com os crentes praticando o amor tanto ao capataz como ao escravo. A igreja deve se opor às injustiças sociais, não elegendo seus membros a cargos políticos, mas anunciando o Evangelho que é o poder de Deus que transforma aqueles que praticam injustiças.
No livro “On the Road to civilization, a world history”, o historiador J. Sigman relata: “o primitivo cristianismo foi pouco entendido e foi considerado com pouco favor pelos que governavam o mundo pagão; os cristãos não aceitavam ocupar cargos políticos”. O historiador Augusto Neander no seu livro “The history of the Christian religion and church during the first centuries, relata: “os cristãos se mantinham alheios e separados do Estado como raça sacerdotal e espiritual, e o cristianismo influenciava a vida civil apenas desse modo”. A verdade é que muitos líderes estão fazendo a igreja perder a visão para a qual foi chamada. Eles estão tentando a todo custo cristianizar a nossa nação ao modelo de Constantino. Esqueceram que o Senhor Jesus estabeleceu a igreja para salvar o mundo exclusivamente pela Palavra. É engano se pensar que, por meio da política, podemos aprimorar este mundo arruinado. Nunca poderemos produzir crentes pelas leis governamentais. Nunca poderemos cristianizar a sociedade. O homem está em pecado e, portanto, nunca teremos uma sociedade perfeita. Unicamente a vinda do Senhor Jesus irá produzir isso. Os que defendem o ingresso dos crentes na política dizem: “precisamos de crentes na política para angariar verbas para a igreja, do contrário, estaremos perdendo benefícios”. Este pensamento demonstra a falta de fé na providência divina para suprimento das necessidades da igreja. Para estes que pensam desse modo, Jeová Jiré está morto.
 
Ir. Marcos Pinheiro

IRMÃO VOTA EM IRMÃO?

   O sistema idealizado por Deus para a nação de Israel era o governo teocrático. O Senhor era quem governava. O próprio Deus era o Rei da nação de Israel. O Senhor escolheria patriarcas, juízes e profetas e, através destes, manifestava a Sua Soberana Vontade e os Seus estatutos. Em Dt 17:14 lemos:”Quando entrares na terra que te dá o Senhor teu Deus e a possuíres, e nela habitares, e disseres: porei sobre mim um rei como têm todas as nações que estão ao redor de mim”; Em Dt 28:36 lemos: “O Senhor te levará a ti e a teu rei, que tiveres posto sobre ti”. Vemos claramente nesses versos que Moisés previu o dia em que Israel diria NÃO à teocracia. Essa profecia se cumpriu em I Samuel 8:5 aonde o povo chega a Samuel e pede um rei, um governante político à semelhança das outras nações. Deus considerou o pedido dos israelitas como se eles o tivessem rejeitado como seu rei (I Samuel 8:7). Os israelitas pediram um rei humano para que fossem como as demais nações, pondo assim, sua missão de povo de Deus em xeque. O Senhor permitiu que Israel tivesse um rei para ensinar-lhe que nenhum sistema de governo solucionará os problemas das nações, nem garantirá paz, felicidade e segurança. Somente no novo céu e na nova terra é que reinará a justiça, e a perfeita paz e felicidade será a porção de todos. Portanto, é estultícia espiritual dizer que precisamos de um governo teocrático para que os problemas do Brasil sejam resolvidos. Aliás, o que diz respeito a Israel como nação não pode ser aplicado à igreja atual. 
   Na atual dispensação, Israel como nação está desviada de Deus. O povo de Deus NÃO É UMA NAÇÃO, É A IGREJA, SÃO OS CRENTES ESPALHADOS POR TODO O MUNDO. Através da vinda de Jesus, estabeleceu-se uma nova dispensação e, conseqüentemente, uma nova visão com respeito à política: JESUS GOVERNA NA IGREJA E NÃO NOS REINOS POLÍTICOS! Em todo o Novo Testamento não vemos os apóstolos entrando em aliança com o sistema político partidário de suas cidades. Os crentes da igreja primitiva não eram pessoas frias e alienadas. Sem vínculo algum com a política da época, eles contagiaram os de fora somente exalando o perfume de Cristo e refletindo a Sua beleza. Precisamos imitá-los! Na época do apóstolo Pedro Nero era quem governava. Nero era um dos piores tiranos que a história já conheceu, ele mandou matar a própria mãe e a esposa. Os crentes da época, todavia, não foram convocados a participar de nenhum movimento político para destronar o cruel imperador, não vemos nenhum crente se engajando na política para instituir um governo melhor. Pedro exorta os crentes a perseverarem em tranqüila obediência, “suportando tristezas, sofrendo injustamente”, pois foram chamados para isso. O Império Romano estava corrompido politicamente, mas Cristo nunca mencionou esse fato. Jesus repreendeu os lideres religiosos por heresias e ofereceu o Evangelho aos pecadores. Nunca Jesus sugeriu que se reformasse a sociedade. A igreja existe para amar e servir a Deus e para levar as pessoas deste mundo para o céu, não existe para reformar politicamente a sociedade. Judas expondo-nos a corrupção dos últimos tempos, NÃO diz: ”É PRECISO SE ENGAJAR NA POLÍTICA PARA COMBATER A CORUPÇÃO”, mas orienta os crentes que se guardem no amor de Deus e que se dediquem a servir os outros (Judas 21-23). 
    O apóstolo Tiago reconhece as injustiças praticadas contra os pobres da época. Sua resposta a esta falta de piedade não sugere engajamento na política da época. Simplesmente Tiago lembra a proximidade da vinda do Senhor Jesus (Tiago 5:8). Paulo sofreu como “embaixador em cadeias”, porém nunca encontramos em suas epístolas Paulo incentivando participação política. Entre os crentes da igreja primitiva havia ousadia que desafiava as autoridades políticas e religiosas e isso não foi alcançado pelo engajamento na política, mas através da SANTIDADE E SUBMISSÃO AO ESPÍRITO SANTO! Não percamos a sublimidade do nosso ministério!
Ir. Marcos Pinheiro

CUIDADO: PROFETAS PEÇONHENTOS


A igreja emergente tem fechado os olhos para o pecado. A nova geração de “filhos de Deus” tornou-se mais relaxada do que os ímpios. O Evangelho na boca de muitos líderes ficou tão devasso que eles já não têm coragem de condenar o divórcio, o aborto, o casamento gay, a fornicação, o ficar, as vestimentas indecorosas. O que fazem é encher as mentes dos incautos com todo tipo de embaraço travestido de pregação bíblica.
Profetas peçonhentos estão crescendo assustadoramente. O Espírito Santo está sendo blasfemado na história da igreja como jamais visto. Os peçonhentos profetas fazem da igreja um jardim zoológico onde o louvor a Deus é feito com berros, grunhidos, rugidos, latidos e transe hipnótico. Tudo regido ao som da música rock, funk, samba, forró e axé. No culto, Satanás é a figura central. A manipulação prevalece: “Repita comigo: satanás você é um derrotado”, “Repita comigo: demônios, Jesus é maior”. É de se admirar declarações deste naipe no culto. É obra do diabo colocar Jesus em outro lugar que não seja o primeiro. No intuito de anestesiar os ouvintes, os peçonhentos fazem “revelações bombásticas”, jogam o paletó sobre as pessoas, unge-as com “óleo consagrado” e sopram sobre elas provocando um frenesi coletivo. Na verdade, trata-se de outro Evangelho, de outro poder que não é o do alto é o poder de baixo.
O Evangelho pregado pelos profetas malévolos é triunfalista. Pregam curas, sinais e maravilha$. Ludibriam os ouvintes prometendo riquezas e sucesso. Basta os crentes sonhar os sonhos de Deus que andarão nas nuvens, sem aflições e sem dor. Seus sermões sempre são baseados em textos do Antigo Testamento porque no Novo Testamento não encontram apoio para as suas enganações e quinquilharias. Quase nunca esses enganadores falam de julgamento final, inferno, condenação eterna. Chamam o pecado de erro o qual é cometido por causa de algum problema psicológico. Esses peçonhentos se esqueceram que o Evangelho não é um chamado à felicidade nem à prosperidade. É um chamado para andar com Deus, tomando a cruz e renunciando o pecado.
Os peçonhentos profetas se aprazem em ver a igreja lotada de analfabetos bíblicos que não analisam e nem questionam o que eles pregam. A fim de não perder o salário gordo que recebem e manter suas mansões e jatinhos, esses falsários agradam a platéia com mensagens adocicadas. Ora, sermões que agradam os pecadores jamais os salvam e os santificam.
A igreja dos venenosos profetas é constituída como capitanias hereditárias. A igreja é da família, é uma herança financeira para os filhos. Sem bases neotestamentárias o malevolente profeta se declara apóstolo e à sua esposa ele impõe o título de bispa. Na verdade, esses réprobos estão intoxicados de vontades pessoais e só vêem a si mesmos. Para eles o ministério só quer dizer comida na mesa. Querem segurança somente para si e para os seus e estão mais interessados no que entra na mesa do que entra no coração das pessoas. São condescendentes com o indecoro, pois permitem a moçada desfilarem na igreja com suas mini-saias, costas nuas, blusas de mangas cavadas, shorts, calças expondo o “umbiguinho evangélico” e pinturas jezabelescas. Na doutrina que expõem não há repreensão nem correção, pois estão consumidos pelas coisas que lhes trazem conforto. São cheios de si e Cristo ocupa a periferia de suas vidas, se é que ocupa.
Estamos vivendo a proximidade dos tempos finais. Movimentos heréticos surgem diariamente. Portanto, é urgente que as palavras e os ensinos de Jesus estejam ativos em nossos corações. Ao servo Timóteo, a quem admoesta a defender a pureza do Evangelho, Paulo diz “Mas, o espírito expressamente diz que, nos últimos tempos, apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores e a doutrinas de demônios (I Tm 4:1). E acrescenta: “Destes afasta-te” (II Tm 3:5). Fujamos das novidades e “grifes evangélica” de cada dia, fujamos das obras dos peçonhentos que “redescobrem” diariamente o Evangelho que nunca se viu em dois mil anos de cristianismo. Fiquemos, pois, na posição da Palavra de Deus contra todas as idéias dos que jazem em trevas! Meditemos no que Spurgeon disse de Bunyan: “Fure-o em qualquer parte; e você verá que seu sangue é bíblico, a própria essência da Bíblia flui dele, pois sua alma está cheia da Palavra de Deus”
Ir. Marcos Pinheiro

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