Cinco Votos para Obter Poder Espiritual.

Primeiro - Trate Seriamente com o Pecado. Segundo - Não Seja Dono de Coisa Alguma. Terceiro - Nunca se Defenda. Quarto - Nunca Passe Adiante Algo que Prejudique Alguém. Quinto - Nunca Aceite Qualquer Glória. A.W. Tozer

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Pelo direito de discordar!



Ariovaldo Ramos

Fui advertido de que nesse momento, que estamos vivendo na Igreja evangélica brasileira, discordar do Presidente do CDHM, em exercício, é concordar com o movimento GLBTS, e vice versa.

Discordo!

Eu respeito o irmão e oro por ele, mas, discordo da forma como o Deputado está conduzindo o mandato que recebeu de seus eleitores.

Eu respeito os seres humanos que optaram pela homossexualidade, mas, entendo que os direitos que estão a reivindicar já estão contemplados nos direitos da pessoa humana, cobertos por nossa constituição, e que o que passa disso constitui reclamos por privilégios, o que não é passível de ser concedido numa democracia, sob pena de contradize-la.

Eu respeito o direito das uniões homossexuais terem garantida, pelo Estado, a preservação do patrimônio, por eles construídos, quando da separação ou do falecimento de um dos membros da união. Entretanto, discordo que seja possível transformar uma união voluntária de duas pessoas do mesmo sexo, a partir de opção comum e particular, em casamento, pois isso insinua haver um terceiro gênero na humanidade, o que não se explicita na constituição do ser humano. Assim como não entendo que a conjunção da maternidade e da paternidade, necessária para um desenvolvimento funcional do infante humano, seja substituível por mera boa vontade.

Eu respeito e exerço direito de pregar o que se crê, mas discordo do pregador, quando diz que Deus matou John Lennon ou aos Mamonas Assassinas, por terem desacatado o Altíssimo, como se o pecado humano não o fizesse desde sempre. A Trindade matou a todos os que a desacatam, em todo o tempo, no sacrifício do Filho, manifesto por Jesus de Nazaré (1Pe 1.18-20), na Cruz do Calvário, oferecendo a todos o perdão e a ressurreição.

Eu respeito o direito de ter religião e o reivindico sempre, mas, discordo de tachar como agentes do inferno quem não concorda com o que penso, como se Deus, por sua graça, não estivesse, desde sempre, cuidando que a raça humana não sucumbisse à rebeldia inerente à sua natureza, o que explica o triunfo do bem frente a maldade explícita. Por isso discordo do pregador quando afirma que o sucesso de um artista, a quem Deus, por sua graça, cumulou de talentos, como Caetano Veloso, só se explique por ter feito pacto com o diabo. Como se ao adversário de nossas almas interessasse qualquer manifestação do Belo.

Eu respeito e pratico o direito ao livre exame das Escrituras Sagradas, conquistado pela Reforma Protestante, e, por isso, enquanto respeito o direito do teólogo expressar suas conclusões, discordo do teólogo quando suas considerações sobre o significado de profecias do texto que amo e reverencio, não corresponderem ao que entendo ser uma conclusão pautada pelas regras da interpretação bíblica, assim como, no meu parecer, ferirem a uma das maiores revelações desse Livro dos livros: Deus é Pai de todos, está em todos e age por meio de todos (Ef 4.6).

Reconheço a qualquer ser humano o direito de protestar contra o que não concorda, mas, nunca em detrimento do direito do outro, o que inclui o direito ao culto. Uma coisa é discordar do político outra coisa é cercear o direito do religioso, e de quem o convide para participar de um culto da fé que pratica. Uma coisa é denunciar o político por suas posturas, outra, e inadmissível, é atentar contra a integridade física ou emocional dele e dos seus.

Não admito, contudo, como cristão, ser sequestrado no direito de discordar, ou ser tratado como se fosse refém das circunstâncias, sejam elas quais forem. Foi para a liberdade que Cristo nos libertou (Gl 5.1).

Lamento que haja, entre os cristãos, quem trate a nossa fé como se fosse frágil e necessitada de proteção. Nossa fé foi preponderante na construção do Ocidente, e resistiu às mais atrozes perseguições.

Nós sempre propugnamos pela liberdade. Nós impusemos a Carta Magna ao Principe John, na Inglaterra; construímos o Estado Laico na revolução americana, quando, numa nação majoritariamente cristã, todas as confissões religiosas foram tidas como de direito. Nós lutamos entre nós pelo fim da escravidão, seja na guerra da Secessão, seja por meio de Wilberforce, premier Inglês, e de tantos outros movimentos. Nós denunciamos e enfrentamos os que entre nós quiseram fazer uso da nossa fé para legitimar a opressão. Os maiores movimentos libertários nasceram em solo cristão, e mesmo quando renegavam ao que críamos, não havia como não reconhecer a nossa contribuição à emancipação humana.

Nós construímos uma sociedade de direitos, lutamos por e reconhecemos direitos civis, e não podemos abrir mão disso; não podemos abrir mão da civilização que ajudamos a construir e a solidificar, onde mulheres, homens e crianças são protegidos em sua integridade e garantidos em seus direitos. Na democracia que ajudamos a reinventar, onde cada ser humano vale um voto, tudo pode e deve ser discutido segundo as regras da civilidade.

Nossa fé foi construída por gente que foi a toda luta que entendeu justa, pondo em risco a própria vida, e por mártires, por gente que se recusou a matar, por gente que não capitulou diante do assassínio, pois nós cremos que Deus é amor, e que o amor de Deus é mais forte do que a morte (Rm 8.38). E por amor a Deus e ao seu Cristo lutamos pela unidade e pela liberdade da humanidade

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Como assim, "não toqueis no ungido do Senhor..."?!

Ilustração de Samuel ungindo
Davi como rei de Israel

Há várias passagens na Bíblia onde aparecem expressões iguais ou semelhantes a estas do título desta postagem:
A ninguém permitiu que os oprimisse; antes, por amor deles, repreendeu a reis, dizendo: Não toqueis nos meus ungidos, nem maltrateis os meus profetas (1Cr 16:21-22; cf. Sl 105:15).
Todavia, a passagem mais conhecida é aquela em que Davi, sendo pressionado pelos seus homens para aproveitar a oportunidade de matar Saul na caverna, respondeu: "O Senhor me guarde de que eu faça tal coisa ao meu senhor, isto é, que eu estenda a mão contra ele [Saul], pois é o ungido do Senhor" (1Sm 24:6).

Noutra ocasião, Davi impediu com o mesmo argumento que Abisai, seu homem de confiança, matasse Saul, que dormia tranquilamente ao relento: "Não o mates, pois quem haverá que estenda a mão contra o ungido do Senhor e fique inocente?" (1Sm 26:9). Davi de tal forma respeitava Saul, como ungido do Senhor, que não perdoou o homem que o matou: “Como não temeste estender a mão para matares o ungido do Senhor?” (2Sm 1:14).

Esta relutância de Davi em matar Saul por ser ele o ungido do Senhor tem sido interpretado por muitos evangélicos como um princípio bíblico referente aos pastores e líderes a ser observado em nossos dias, nas igrejas cristãs. Para eles, uma vez que os pastores, bispos e apóstolos são os ungidos do Senhor, não se pode levantar a mão contra eles, isto é, não se pode acusa-los, contraditá-los, questioná-los, criticá-los e muito menos mover-se qualquer ação contrária a eles. A unção do Senhor funcionaria como uma espécie de proteção e imunidade dada por Deus aos seus ungidos. Ir contra eles seria ir contra o próprio Deus.

Mas, será que é isto mesmo que a Bíblia ensina?

O valor da amizade

terça-feira, 9 de abril de 2013

Os cristãos devem combater o casamento gay?

 
 O cristão está no mundo mas não é do mundo, portanto ele não tem nada que interferir na política e no governo deste mundo. Não vemos o Senhor, os apóstolos ou os discípulos interferindo nos governos da época, quando os costumes aceitos pela sociedade eram iguais ou piores aos praticados hoje.

Embora em Israel existisse uma cultura baseada na religião judaica, e portanto com algum controle moral da sociedade, foi no mundo gentio e pagão dominado por Roma que a igreja floresceu. Quem estuda antropologia sabe que nessa época costumes como homossexualismo, prostituição e aborto eram largamente aceitos, praticados e às vezes até legalizados.

O que os cristãos sabidamente faziam não era jogar bombas em clínicas de aborto ou matar médicos, como alguns fazem nos Estados Unidos, mas recolher os bebês e tratar deles. Numa espécie de "aborto a posteriori", estes eram deixados pelas mães romanas à beira das estradas para morrerem ou serem comidos pelos cães. Primogênitos do sexo feminino ou crianças portadoras de deficiência eram descartadas, um costume que encontrado até o início do século vinte em alguns países da África e Oriente, e ainda hoje em algumas tribos indígenas da América Latina, que costumam enterrar vivos os bebês rejeitados.

Desde o início os cristãos foram conhecidos não por seu ativismo contra o homossexualismo, aborto ou outras causas, mas por seu trabalho de misericórdia, não apenas para com órfãos e viúvas, mas também acolhendo e cuidando dos velhos e doentes rejeitados pelas famílias nas sociedades pagãs. O trabalho dos cristãos no início da Igreja era voltado para a salvação dos pecadores e a caridade para com os sofredores, e não para o protesto contra o governo e as leis injustas que eventualmente estivessem em vigor.

A grande agitação causada por pastores e políticos no Brasil em torno de temas como a regularização do casamento homossexual tem um forte elemento de promoção pessoal e conquista de votos, ofertas e membros para suas organizações. Se por um lado a Bíblia mostra claramente que o homossexualismo é pecado, o mesmo acontece com o sexo fora do casamento, a prostituição e o adultério, todas estas atividades praticadas em consenso entre os que as praticam.

O que as pessoas fazem na intimidade da alcova não é assunto dos cristãos e estes não tem nada que se intrometerem nisso. Essas pessoas não devem explicações aos cristãos, mas a Deus. O cristão não foi deixado aqui para policiar os usos e costumes daqueles que não estão nem aí com os pensamentos de Deus. O cristão deve é manter-se separado de tudo isso, mesmo porque um incrédulo é incapaz de entender e aceitar a autoridade da Palavra de Deus. Um cristão sábio, cuja esperança é eterna e nos céus, irá entender que o incrédulo estará disposto a lutar com unhas e dentes para defender a única coisa que possui: o prazer efêmero de sua vida aqui.

Não cabe ao cristão tentar moralizar um mundo, o qual caminha a passos largos para o juízo, como ocorreu com Sodoma. O mundo islâmico é radicalmente contra o homossexualismo, mas isso não significa que os muçulmanos estejam salvos.

Deus não mandou Ló reformar Sodoma, mas sair dela. Aquele era um homem de Deus no lugar onde Deus não queria que estivesse. Enquanto ele foi armando sua tenda até Sodoma (Gn 13:12), Abraão continuou vivendo como peregrino em terra estranha, na qual Deus "não lhe deu nela herança, nem ainda o espaço de um pé" At 5:7.

Quando os anjos enviados para resgatar Ló chegaram em Sodoma eles o encontram assentado à porta da cidade, um lugar tradicionalmente ocupado pelos juízes de antigamente. Ló não apenas tinha estabelecido residência dentro dos muros da cidade iníqua, como estava entre os que na época seriam o equivalente ao poder legislativo de nossos dias, equivalentes aqui à Câmara dos Deputados e Senado Federal. Nos Salmos encontramos a expressão "assentado à porta" profeticamente indicando os líderes que condenaram o Senhor Jesus.

Gên 19:1 E vieram os dois anjos a Sodoma à tarde, e estava Ló assentado à porta de Sodoma.

Slm_69:12  Aqueles que se assentam à porta falam contra mim

2Sm_19:8  Então o rei se levantou, e se assentou à porta; e fizeram saber a todo o povo dizendo: Eis que o rei está assentado à porta. Então todo o povo veio apresentar-se diante do rei;

Basta ler a continuação da história para ver quão vergonhosa foi a situação de Ló. Por estar onde não devia estar, ocupando uma posição que não devia ocupar, ele se viu obrigado a tomar uma decisão radical contra o homossexualismo que os homens da cidade pretendiam praticar à força com os anjos enviados por Deus. Ló negociou com eles oferecendo suas filhas virgens em troca!


Gên 19:4-11  E antes que se deitassem, cercaram a casa, os homens daquela cidade, os homens de Sodoma, desde o moço até ao velho; todo o povo de todos os bairros. E chamaram a Ló, e disseram-lhe: Onde estão os homens que a ti vieram nesta noite? Traze-os fora a nós, para que os conheçamos.  Então saiu Ló a eles à porta, e fechou a porta atrás de si, E disse: Meus irmãos, rogo-vos que não façais mal; Eis aqui, duas filhas tenho, que ainda não conheceram homens; fora vo-las trarei, e fareis delas como bom for aos vossos olhos; somente nada façais a estes homens, porque por isso vieram à sombra do meu telhado. Eles, porém, disseram: Sai daí. Disseram mais: Como estrangeiro este indivíduo veio aqui habitar, e quereria ser juiz em tudo? Agora te faremos mais mal a ti do que a eles. E arremessaram-se sobre o homem, sobre Ló, e aproximaram-se para arrombar a porta. Aqueles homens porém estenderam as suas mãos e fizeram entrar a Ló consigo na casa, e fecharam a porta; E feriram de cegueira os homens que estavam à porta da casa, desde o menor até ao maior, de maneira que se cansaram para achar a porta. 


Quando um servo de Deus se coloca em jugo desigual com incrédulos e se intromete com os negócios deste mundo, acaba sendo obrigado a negociar como fez Ló, pois a política deste mundo não dá sem receber algo em troca. Fora de seu lugar o cristão é obrigado a se humilhar e acaba fazendo papel de doido, como fez Davi quando decidiu ir morar no palácio de seus inimigos na terra dos filisteus.


1Sm 21:10-15  Levantou-se Davi, naquele dia, e fugiu de diante de Saul, e foi a Aquis, rei de Gate. Porém os servos de Aquis lhe disseram: Este não é Davi, o rei da sua terra? Não é a este que se cantava nas danças, dizendo: Saul feriu os seus milhares, porém Davi, os seus dez milhares? Davi guardou estas palavras, considerando-as consigo mesmo, e teve muito medo de Aquis, rei de Gate. Pelo que se contrafez diante deles, em cujas mãos se fingia doido, esgravatava nos postigos das portas e deixava correr saliva pela barba. Então, disse Aquis aos seus servos: Bem vedes que este homem está louco; por que mo trouxestes a mim? Faltam-me a mim doidos, para que trouxésseis este para fazer doidices diante de mim? Há de entrar este na minha casa? 


Acaso não é assim -- doidos -- que os incrédulos enxergam os crentes que interferem na política querendo lhes dar lição de moral? Portanto o papel do cristão hoje não é ficar "assentado á porta de Sodoma" como legislador, na tentativa de mudar o curso de impiedade deste mundo. Sua função aqui é pregar o evangelho para salvar aqueles que se reconhecem pecadores, e não pregar moralidade ou querer conquistar espaço na política. Aqueles que foram salvos pela fé em Jesus irão honrar a Palavra de Deus e procurar viver de acordo com o ensino dela, e esta certamente não inclui a união de pessoas do mesmo sexo, o homossexualismo, adultério, fornicação, prostituição etc.

Para o cristão não faz qualquer diferença se o governo aprova ou não o casamento homossexual. Alguns poderão argumentar que se assim for o governo obrigará as igrejas a celebrarem uniões homossexuais, mas pensar assim é não entender o que é o matrimônio segundo a Bíblia. Não existe na Palavra de Deus algo como uma igreja celebrando um casamento. Pessoas se casam perante Deus e cumprem as disposições legais oficializando sua união civil em obediência aos poderes estabelecidos por Deus. Não existe algo como alguém declarar um casal marido e mulher perante Deus. O único que pode fazer tal declaração, mas apenas perante os homens, é o juiz de paz com a autoridade que lhe foi delegada pelo estado. Deus não delegou autoridade para homens unirem pessoas naquilo que se costuma chamar de "casamento religioso".

Trocando em miúdos, com quem uma pessoa se casa ou deixa de se casar é problema dela, e se o governo oficializa isso ou não é problema dos governantes. Eles deverão dar contas de seus atos a Deus. O cristão vive à margem disso como sempre foi no início do cristianismo. Aqueles que vão na conversa de pastores e políticos ditos "evangélicos" e saem em campo para enfrentar e atacar os movimentos GLS não percebem que estão servindo de "buchas de canhão" desses pastores e políticos.

O casamento que o cristão deveria ser radicalmente contra é o casamento entre a igreja e o estado, algo que alguns políticos denominados "evangélicos" insistem em manter. Constantino celebrou essa união no terceiro século e foi um verdadeiro desastre. A referência profética feita no livro de Apocalipse à igreja nessa época é: "Conheço as tuas obras, e onde habitas, que é onde está o trono de Satanás" Ap 2:13. O príncipe deste mundo é Satanás e, ao unir-se aos poderes deste mundo no terceiro século, a igreja passou a habitar onde Satanás tem seu trono. O cristão não tem nada a fazer nesse lugar.

Disse Jesus: "O meu Reino não é deste mundo. Se fosse, os meus servos lutariam para impedir que os judeus me prendessem. Mas agora o meu Reino não é daqui". João 18:36

Eu lhes tenho dado a tua palavra, e o mundo os odiou, porque eles não são do mundo, como também eu não sou. Não peço que os tires do mundo, e sim que os guardes do mal. Eles não são do mundo, como também eu não sou. Santifica-os [separa-os] na verdade; a tua palavra é a verdade. Assim como tu me enviaste ao mundo, também eu os enviei ao mundo. João 17:14-18

Infiéis, não compreendeis que a amizade do mundo é inimiga de Deus? Aquele, pois, que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus. Tiago 4:4

Por: Mario Persona

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Releitura da Bíblia provoca polêmica nas redes sociais

Ariovaldo afirma que o objetivo é passar a mensagem "de maneira simples e divertida"

"Na criação havia trevas, igualzinho aos apagões do FHC e da Dilma, e, pela sua voz, tudo foi criado, inclusive a luz que ilumina a vida de todo mundo". É assim que o pastor mineiro Ariovaldo Carlos Junior, da Igreja Manifesto, de Uberlândia, no Triângulo, narra a criação do mundo, em uma releitura da Bíblia que vem causando polêmica na internet.

Intitulada "Bíblia Freestyle" (estilo livre, em português), ela foi criada na tentativa de cativar pessoas que, normalmente, não costumam ler o livro. "A ideia é contar as histórias da vida da maneira com que a gente conversa no dia a dia, levando, de uma forma simples e divertida, a palavra de Deus", afirmou o pastor.

A Igreja Manifesto, que já possui mais de dez anos de história, reúne, pelo menos, 200 fiéis em três encontros semanais. "É uma Igreja para todos e, principalmente, voltada para as tribos urbanas. Lá, vamos a cultos de bermuda, chinelos, sem preconceitos com o que o outro usa", contou o pastor. A Igreja possui unidades em Rondônia e também no Paraguai.

Repercussão. O site divide opiniões. "Que horror! Vamos respeitar a Bíblia, nada legal isso!"; "Infelizmente estamos perdendo a seriedade da palavra de Deus, muito triste isso"; "Muito legal a ideia, continue assim, e muitos serão evangelizados", dizem mensagens deixadas na página, que já teve mais de 200 mil acessos.

Para o coordenador do curso de teologia da Faculdade Batista, Reinaldo Pereira, a nova versão da Bíblia possui pontos positivos e negativos. "É válido por tentar atingir um público distante do cristianismo. Porém, uma leitura muito coloquial pode distorcer a verdade bíblica", analisou.

Matéria atualizada em 02/04/2013, às 10h01.
Veja trechos da Bíblia Freestyle
Mateus, 1. "O moleque que se chamaria Jesus, além de nascer de uma virgem (pra não desmentir a profecia), também viria pra salvar o povo das cagadas deles."

Lucas, 22. "Jesus pegou um copão de vinho e disse: `Peguem e repartam entre vocês´. Pegou também o pão, agradeceu ao Pai e disse: `Esse pão representa o meu corpo, que está sendo dado por vocês. Façam o mesmo em memória de mim´. Também disse Jesus: `Já vou avisando que o X-9 que vai me caguetar está na mesa comigo. E tá tudo bem, porque eu tenho que morrer mesmo, mas coitado do safado que vai me trair.´"

Marcos, 16. "Jesus, dando um grito, respirou pela última vez e morreu.
O véu lá no templo, que fazia separação entre o lugar onde Deus estava e o resto do mundo, se rasgou sozinho, de cima pra baixo. E o guarda que viu Jesus morrendo, se borrou todo dizendo: `Caraca, matamos o filho de Deus!´"

Publicação. A expectativa é que todo o Novo Testamento seja publicado até outubro de 2013, e, o Antigo, até 2014.

The Black Hole



1) Caráter

"O caráter determina como uma pessoa usa a sua inteligência". Um homem vai agir nas oportunidades que se apresentam e reagir às circunstâncias de acordo com seu caráter, que é moldado por seus valores. Por isso, é muito importante que uma pessoa defina conscientemente seus princípios, valores e convicções, pois disso depende a sua vida.
"Acima de tudo, guarde o seu coração, pois dele depende toda a sua vida". Pv 4:23

2) A ganância escraviza e aprisiona

É fato que o homem naturalmente tem seu caráter corrompido. A ganância é definida na Bíblia como pecado (Ef 5:5). Ela já está lá no coração do homem.
Observando a História da humanidade, em qualquer época, em qualquer lugar, percebe-se como ela está presente, e o estrago que causa. Quantos homens foram consumidos pela ganância. Veja um exemplo do que o homem é capaz de fazer, movido pela ganância: clique aqui.
"Cuidado! Fiquem de sobreaviso contra todo tipo de ganância..." Lc 12:15a
"Pois do interior do coração dos homens vêm os maus pensamentos, as imoralidades sexuais, os roubos, os homicídios, os adultérios, as cobiças, as maldades, o engano, a devassidão, a inveja, a calúnia, a arrogância e a insensatez. Todos esses males vem de dentro e tornam o homem 'impuro'". Mc 7:21-23

3) Colhemos o que plantamos

É certo que vamos colher o que plantamos. Não é possível colher algo diferente. Não temos como escapar desse fato. A questão é que nos enganamos a nós mesmos, pensando que seremos uma exceção. Mas, no tempo oportuno, quando menos esperamos, acabamos colhendo o que plantamos.
"Nenhuma árvore boa dá fruto ruim, nenhuma árvore ruim dá fruto bom. Toda árvore é reconhecida por seus frutos. Ninguém colhe figos de espinheiros, nem uvas de ervas daninhas. O homem bom tira coisas boas do bom tesouro que está em seu coração, e o homem mau tira coisas más do mal que está em seu coração, porque a sua boca fala do que está cheio o coração". Lc 6:43-45
"Não se deixem enganar: de Deus não se zomba. Pois o que o homem semear, isso também colherá". Gl 6:7

4) O pecado gera a morte

No vídeo, vimos como a ganância dominou um homem. Mas assim acontece, efetivamente, com qualquer pecado, que gera a morte, ou seja, separação eterna de Deus.
"Quando alguém for tentado, jamais deverá dizer: 'Estou sendo tentado por Deus'. Pois Deus não pode ser tentado pelo mal, e a ninguém tenta. Cada um, porém, é tentado pelo próprio mau desejo, sendo por este arrastado e seduzido. Então esse desejo, tendo concebido, dá à luz o pecado, e o pecado, após ter se consumado, gera a morte". Tg 1:13-15

Há solução para o problema do pecado?

Todos são pecadores. "Não há nenhum justo, nem um sequer" Rm 3:10b.
"Pois todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus". Rm 3:23
Se você refletir e meditar mais um pouco sobre o que assistiu e leu, certamente obterá mais percepções e aplicações úteis, mas a questão principal que deve ser levada a sério é o problema do pecado, que todas as pessoas precisam resolver em sua vida. O homem, por si mesmo, inclinado naturalmente para o pecado, está condenado à separação eterna de Deus. Que esperança há, então, para ele?
"Pois o salário do pecado é a morte [inferno, separação eterna de Deus], mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, em Cristo Jesus, nosso Senhor". Rm 6:23

Sim, há solução.

Mas a solução não está onde normalmente as pessoas procuram. Para esse problema, o dinheiro não tem valor algum. A religião também não pode salvar. As boas obras também não, pois, por mais que uma pessoa se esforce, não consegue ser boa o suficiente para merecer a salvação. Não há nada que uma pessoa possa fazer, por si mesma, por seus próprios méritos, para obter a salvação da morte eterna.
"Pois vocês são salvos pela graça, por meio da fé, e isso não vem de vocês, é dom de Deus; não por obras, para que ninguém se glorie". Ef 2:8-9
Por sua imensa graça, Deus nos dá gratuitamente a solução para o problema do nosso pecado. Essa solução é Jesus Cristo, por meio do que Ele fez por nós.
"Dificilmente haverá alguém que morra por um justo, embora pelo homem bom talvez alguém tenha coragem de morrer. Mas Deus demonstra o seu amor por nós: Cristo morreu em nosso favor quando ainda éramos pecadores". Rm 5:7-8
A única maneira de uma pessoa ser salva da morte eterna gerada pelo seu pecado é através de Jesus Cristo. Ele pagou o preço para que pudéssemos ser salvos e obter a vida eterna no Reino de Deus.
"Respondeu Jesus: Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, a não ser por mim". Jo 14:6
"Não há salvação em nenhum outro, pois debaixo do céu não há nenhum outro nome dado aos homens pelo qual devamos ser salvos". At 4:12

Como obter a salvação?

Aceitando a solução dada por Deus, ou seja, crendo em Jesus.
"Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que todo aquele que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna. Pois Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para condenar o mundo, mas para que este fosse salvo por meio dele. Quem nele crê não é condenado, mas quem não crê já está condenado, por não crer no nome do Filho Unigênito de Deus". Jo 3:16-18
"Quem crê no Filho tem a vida eterna; já quem rejeita o Filho não terá a vida, mas a ira de Deus permanece sobre ele". Jo 3:36
"E este é o testemunho: Deus nos deu a vida eterna, e essa vida está em seu Filho [Jesus]. Quem tem o Filho, tem a vida; quem não tem o Filho de Deus, não tem a vida". 1Jo 5:11-12
Você reconhece que é pecador e que necessita da graça de Deus? Você crê em Jesus Cristo como seu Salvador e Senhor? Essa é a decisão mais importante que uma pessoa precisa tomar durante a sua vida nesta terra.

sexta-feira, 5 de abril de 2013

É possível não ser cristão e ser salvo?

Como interpretar João 10.16: “Ainda tenho outras ovelhas que não são deste aprisco”?

Todos os salvos têm a certeza da salvação porque creram no Senhor Jesus e se arrependeram de seus pecados (Jo 3.16 e Rm 10.9,10). Mas, o que o Mestre quis dizer em João 10.16, ao mencionar “outras ovelhas”, de outro aprisco? Estaria Ele aludindo à salvação fora do cristianismo? Haveria, a partir dessa passagem, uma abertura para acreditarmos que muçulmanos, budistas, espíritas, etc. poderão ser salvos, mesmo permanecendo nessas religiões?


Jesus é o único Mediador entre Deus e os homens (1Tm 2.5 e At 4.12). Qualquer religioso, ao se converter de verdade, passa a trilhar o único caminho para a salvação (Jo 14.6), visto que é impossível receber a Cristo como Salvador e continuar abraçando a reencarnação ou outras doutrinas anticristãs. A quem, pois, o Mestre se referiu em João 10.16? Alguns estudiosos argumentam que as “outras ovelhas” seriam os judeus helenistas, dispersos pelo mundo. Mas o próprio Evangelho de João mostra que o Mestre se referiu aos salvos do mundo todo. Considerando que, em João, o Senhor afirma que a mensagem de salvação é para o mundo inteiro (1.10 e 12.32), as “outras ovelhas” seriam judeus e gentios, indistintamente (7.35-39). Aliás, nesse mesmo Evangelho, o Senhor Jesus é chamado textualmente de “o Salvador mundo” (4.42).


Não existe salvação fora de Cristo e, consequentemente, do verdadeiro cristianismo, posto que este é formado por indivíduos que obedecem àquEle. Ao dizer “Ainda tenho outras ovelhas que não são deste aprisco”, o Senhor se referiu, à luz do Novo Testamento, ao resultado da Grande Comissão (Mt 28.19 e Mc 16.15), que teria início após sua morte e sua ressurreição (Jo 11.46-52; 17.20-23). Aliás, no próprio capítulo 10 de João, o Senhor Jesus asseveou: “Eu sou a porta. Se alguém entrar por mim, será salvo” (v9 – ARA).


Diante do exposto, a resposta bíblica à pergunta em apreço é a seguinte: as condições para se obter a salvação em Cristo Jesus — que se dá exclusivamente pela sua graça (Tt 2.11) — são duas: arrependimento e fé, as quais estão casadas (Mc 1.15 e At 2.38ss). O infrator crucificado ao lado de Jesus, por exemplo, não era evangélico, mas, ao arrepender-se de seus pecados e crer no Salvador, ouviu deste a seguinte promessa: “hoje estarás comigo no Paraíso” (Lc 23.43).


Ser evangélico não é uma condição para ser salvo. Mas pertencer a uma igreja evangélica — compromissada com a Palavra de Deus, que ama o próximo, prega o Evangelho e obedece à sã doutrina — em geral indica que houve conversão (At 3.19). Por outro lado, diferentemente do que assevera o papa Bento XVI, a salvação não é exclusividade de uma religião pretensamente cristã, como o catolicismo. Religião alguma pode salvar alguém (Ef 2.8-10). Pertencemos a uma igreja porque temos a necessidade de cultuar a Deus de modo coletivo, desfrutar de comunhão e aprender uns com os outros etc.


Ciro Sanches Zibordi

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Pr. Marco Feliciano - Bancada evangélica defende sua permanência na presidência na CDHM


 
O coordenador da Frente Parlamentar Evangélica, deputado João Campos (PSDB-GO), defendeu nesta quarta-feira (3) a permanência do deputado Pastor Marco Feliciano (PSC-SP) à frente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias.
Para Campos, as representações contra declarações de Feliciano ferem a livre exposição do pensamento, "um dos pilares da democracia" e prerrogativa dos deputados. “Mesmo havendo divergências, o que está em jogo são as nossas prerrogativas de dizer o que pensamos”, disse.
Em resposta aos deputados que questionaram a sessão em que Feliciano foi eleito, Campos disse que a eleição teve legalidade e legitimidade. “Todos os passos foram respeitados, e a maioria elegeu o presidente. É preciso garantir que ele exerça seu mandato à frente da comissão”, disse Campos.
Na opinião da bancada evangélica, a eleição de Marco Feliciano é um ganho para a sociedade brasileira e para o Parlamento. “Porque ele vai discutir os direitos humanos sem ser do ponto de vista de um gueto, mas de todos”, concluiu Campos, em referência à defesa dos direitos dos homossexuais feita por integrantes da comissão que se opõem a Feliciano.
Reportagem – Marcello Larcher 
Edição – Pierre Triboli

 

terça-feira, 2 de abril de 2013

Alexandre Garcia critica manifestações contra o Pastor Marco Feliciano

IGREJA HILLSONG TOCA DINAMITE e GANGNAM STYLE



Bom dia Paz do Senhor, esse vídeo esta circulado na internet já faz uns dias, não sei o proposito disso mais não vejo Deus precisando fazer isso para que os jovens venham para a sua presença.
   E o que achei pior é que no final do vídeo aparece a frase no telão “THIS IS REVIVAL”, que significa “ISSO É RENASCIMENTO” tradução livre ou “ISSO É AVIVAMENTO”.  Que Deus tenha misericórdia mais não vejo isso como benção, e nem como avivamento.

Veja o vídeo




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