Cinco Votos para Obter Poder Espiritual.

Primeiro - Trate Seriamente com o Pecado. Segundo - Não Seja Dono de Coisa Alguma. Terceiro - Nunca se Defenda. Quarto - Nunca Passe Adiante Algo que Prejudique Alguém. Quinto - Nunca Aceite Qualquer Glória. A.W. Tozer

segunda-feira, 8 de junho de 2015

A Passeata gay e a farsa da tolerância LBGT

Por Renato Vargens

Os adeptos do movimento LBGT vivem exigindo respeito. Volta e meia leio nos jornais e na internet reportagens onde os líderes do movimento gay defendem a tolerância para com os homossexuais. 

Pois é, nesse domingo (07/06), em São Paulo, aconteceu a parada gay, e pelo visto a tolerância e o respeito por eles defendidos passou bem longe da Avenida Paulista.

A foto acima é a prova cabal disso. Com desdém, desprezo e zombaria, os organizadores da passeata gay ridicularizaram o símbolo maior do Cristianismo, colocando em uma cruz um transexual semi-nu.

Ora quer dizer então que divergir do pensamento homossexual é homofobia e que ridicularizar a religião dos outros é liberdade de expressão?

Caro leitor, Vamos combinar uma coisa? Os defensores do movimento LBGT amam falar em tolerância. Em seus simpósios, congressos e  conferências e marchas  é comum encontrá-los dissertando sobre o tema, afirmando a necessidade de  exercer paciência e benevolência com aqueles que deles divergem. Entretanto, basta com que alguém os critique, ou discorde de sua homossexualidade que os tolerantes se transformam em intolerantes.

A foto publicada pelos principais jornais do Brasil nos mostram que a tolerância defendida pelos LGBT é uma farsa. 

Lamentavelmente os defensores da tolerância reagem com intolerância aos que pensam diferente. Nessa perspectiva, quando contrariados, os que deveriam ser tolerantes respondem aos conservadores "intolerantes" com ironia, deboche, zombaria e desdém. 

O temporas O mores! Dias difíceis os nossos!

Que Deus tenha misericórdia do Brasil.

Renato Vargens
 
Via: Blog do autor 

terça-feira, 2 de junho de 2015

Biográfia de J.C. Ryle

 
 
 
Boa tarde   Graça e Paz 
 
   Esta disponível a biográfica de J.C. RYLE, traduzia pela irmão Armando Marcos.   
 
 
O livro está disponível gratuitamente (aqui)
 
 
                              
 

A dura realidade da igreja - Leonard Ravenhill

        




                                        

Jo 1.9 E A DOUTRINA DA GRAÇA PREVENIENTE

 

Por Francisco Alison Silva Aquino
            Calvinistas e arminianos concordam que o ser humano é totalmente depravado. Talvez seja este um dos principais pontos de convergência entre TULIP[1] e FACTS[2], os sistemas soteriológicos calvinista e arminiano respectivamente. Isso significa que todas as faculdades do homem foram afetadas pelo pecado, inclusive a vontade, de modo que, à parte da graça de Deus ninguém pode ser salvo. Neste sentido, tanto calvinistas quanto arminianos são contra a ideia pelagiana de que o homem não foi afetado pela queda de Adão e que, por isso, ele pode se achegar a Deus por sua livre vontade.



            O ponto de divergência entre calvinistas e arminianos é como o homem pode ser salvo uma vez que ele está morto em delitos e pecados (Ef 2.1). O calvinista dirá que é Deus quem opera eficazmente na vida do homem para que ele se converta, de modo que uma resposta contrária não é possível. Isto é, Deus age sozinho por intermédio do Espírito Santo para que o homem seja convencido do seu pecado e creia. Isso é o que chamamos de monergismo. No que diz respeito a operação da graça, dizemos que ela é irresistível. Para o arminiano, Deus concede uma graça que capacita o homem a crer. Se Deus não tomasse a iniciativa ninguém seria salvo. Contudo, essa graça não é eficaz no sentido de que ela não torna a resposta do homem certa. Ou seja, Deus concede sua graça a fim de tornar possível que o homem creia, mas não o faz crer, pois a fé é resultado da cooperação de Deus e do homem (sinergismo)[3]. É nesse sentido que arminianos afirmam que Deus não crê pelo homem. Deste modo, a graça é resistível (do ponto de vista arminiano).



            Nas palavras do próprio Armínio:

 

Um homem rico dá esmolas a um pobre e faminto mendigo, com as quais ele poderá ser capaz de manter a si mesmo e à sua família. Isso deixa de ser um presente puro porque o mendigo estendeu sua mão para recebê-la? Pode-se dizer com propriedade que a “esmola dependia parcialmente da liberdade do doador e parcialmente da liberdade do recebedor”, embora o último poderia não ter possuído a esmola a não ser que estendesse a sua mão? Pode se dizer corretamente que porque o mendigo está sempre preparado para receber, “ele pode receber ou não a esmola, como lhe agradar”? Se essas afirmações sobre o mendigo que recebe a esmola não puderem verdadeiramente ser feitas, muito menos podem ser feitas com relação ao dom da fé, cujo recebimento requer muito mais atos da graça divina”[4]



            Eu não irei comentar sobre esta citação, pois a minha intenção foi apenas deixar claro que até para o arminianismo a fé é um dom de Deus. No entanto, nos voltemos agora para o ponto de divergência entre calvinismo e arminianismo: como o homem chega à fé?



             Segundo o arminianismo, a fé só é possível porque Deus concede a sua graça preveniente. Como o próprio nome sugere, a graça preveniente é uma graça que “vem antes”, que antecede a conversão. Há duas visões dentro do sistema arminiano a respeito da extensão da graça preveniente. Para Armínio, a graça preveniente é concedida através da pregação do evangelho, nesse sentido, nem todas as pessoas se beneficiarão dela, pois algumas pessoas nunca ouviram o evangelho. Outra visão foi proposta por John Wesley. Ele afirmava que existe uma medida de graça preveniente disponível para todo homem que vem ao mundo. Wesley fez uma conexão da doutrina da graça preveniente à doutrina da providência de Deus. Nesse sentido, nenhum ser humano estaria alheio à alguma medida desta graça. Em outras palavras, a graça preveniente coloca o homem numa posição na qual ele pode escolher entre a vida e a morte, entre o bem e o mal, aceitar a Cristo ou rejeitá-lo.



            Seja como for, o arminianismo afirma a necessidade de uma “graça capacitadora” para que o homem possa crer, a saber, a graça preveniente. Na tentativa de sustentar este ensino, arminianos utilizam alguns textos (Jo 1.9; Jo 6.44; Jo 12.32). Dentre estes, talvez o principal versículo utilizado na tentativa de fundamentar esta ideia é Jo 1.9. É este verso que iremos analisar.



            O texto diz: “Pois a verdadeira luz, que ilumina a todo homem, estava chegando ao mundo.” Arminianos veem aqui uma evidência para a doutrina da graça preveniente. Steve Witzki, por exemplo, afirma que Jo 1.9 “ensina que Cristo trouxe luz suficiente ao mundo para graciosamente iluminar cada pessoa. Esta iluminação não garante a salvação de ninguém, mas torna a salvação possível.” [5] Neste sentido, afirmar que Cristo “ilumina” a todos  significa que eles recebem uma forma de “graça comum” que, de alguma forma, restaura o arbítrio perdido em Adão e os coloca em um estado no qual o homem pode agora aceitar ou rejeitar a Cristo.



            O problema é que Jo 1.9 de forma alguma ensina isso. Não há nenhuma indicação de que “a luz” ou a graça que provém desta luz coloca o homem em um estado “neutro” no qual ele agora pode dizer sim ou não para Cristo. Alguns arminianos usam a seguinte ilustração: a ação da graça preveniente é como o ato de ligar uma lanterna num quarto escuro. A luz da lanterna não modifica nenhuma propriedade físico-química do quarto, apenas torna visível o que não era visível.



            No entanto, esta ilustração não funciona. Na verdade, tal analogia destrói a ideia ensinada pelo arminianismo a respeito da graça preveniente. Se esta luz não traz nenhuma modificação ao ser lançada sobre alguém, mas apenas torna visível o que antes não era visível, a conclusão a qual chegamos soa bastante calvinista. Isto é, a ilustração demonstra que a luz, em vez de trazer alguma capacitação para o homem, revela aquilo que ele é. É neste sentido que a luz ilumina a todo homem.



            A propósito, o contexto de João 1.9-13 sugere exatamente isso. A palavra phōtizei (ilumina) se refere não a uma iluminação interior que capacita (ou possibilita) alguém a fazer algo (crer, neste caso), mas a exposição que vem quando a luz é lançada sobre algo. Comentando o uso de phōtizei em Jo 1.9, D.A. Carson afirma: 



A iluminação interior agora não está em vista (seja da revelação geral seja da luz especial que acompanha a salvação). Antes, o que está em jogo é a revelação objetiva, a ‘luz’, que vem ao mundo com a encarnação da Palavra, a invasão da ‘verdadeira luz’. Ela brilha sobre todo homem e divide a espécie: aqueles que odeiam a luz reagem como o mundo faz (1.10): eles fogem para que suas obras não sejam expostas por essa luz (3.19-21). Mas alguns recebem essa revelação (1.12,13), e assim fazendo testemunham que suas obras são feitas por meio de Deus (3.21). No Evangelho de João, repetidamente acontece que a luz brilha sobre todos e força uma distinção (e.g. 3.19-21; 8.12; 9.39-41). Essa luz “brilha sobre todo homem” (quer ele veja isso quer não) (Barrett, p. 161).”[6]



            Assim sendo, a luz expõe e revela o estado moral e espiritual do coração humano. João 1.9 não está afirmando alguma graça que capacita o homem a crer, antes o objetivo da vinda de Cristo, a luz, está relacionada à separação daqueles que o odeiam daqueles que recebem de bom grado a revelação. Em resumo, a luz revela o estado em que as pessoas se encontram no seu relacionamento com Deus. 



            Podemos afirmar que a doutrina da graça preveniente é uma doutrina muito atraente, pois ela consegue em alguma medida resolver o problema da depravação total do homem a qual o impede de se achegar a Deus. Por outro lado, esta doutrina carece de fundamento bíblico, o fator principal na construção de um sistema teológico. A conclusão que podemos tirar é que a doutrina da graça preveniente é fruto da tentativa de resolver determinados problemas teológicos os quais carecem de base bíblica.








[1] Acróstico do sistema soteriológico calvinista: Total depravity (Depravação total), Unconditional election (Eleição incondicional), Limited atonement (Expiação limitada), Irresistible Grace (Graça irresistível) e Perseverance of the saints (Perseverança dos santos).
[2] Acróstico do sistema soteriológico arminiano: Freed to believe by God’s grace (Libertos para crer pela graça de Deus), Atonement for all (Expiação para todos), Conditional election (Eleição condicional), Total depravity (Depravação total) e Security in Christ (Segurança em Cristo). Para uma melhor compreensão dos cinco pontos do arminianianismo veja: http://evangelicalarminians.org/wp-content/uploads/2013/10/Abasciano.-The-FACTS-of Salvation.pdf
[3] Perceba que eu não estou afirmando que no arminianismo a fé é algo que parte do homem, uma vez que este sistema nega isso. Arminianos concordam com calvinistas ao afirmar que a fé é um dom de Deus (2.8). No entanto, Deus não torna o resultado pretendido inevitável, pois o homem ainda precisa receber esse dom do alto. Além disso, como eu deixei bem claro, o arminianismo não afirma que a salvação em si é uma obra de Deus e do homem, mas a fé, o que não é exatamente a mesma coisa.
[4] The apology or defense of James Arminius, D.D., against Thirty-one Theological Articles, in Arminio, The works of James Arminius: The London edition, 2:52.
[6] D. A. Carson, comentário de João, p.124.

segunda-feira, 1 de junho de 2015

ABIMELEQUE O FANTOCHE E O DEUS ARMINIANO

 





Por Mr. Fletcher




 "Deus, porém, veio a Abimeleque em sonhos de noite, e disse-lhe: Eis que morto serás por causa da mulher que tomaste; porque ela tem marido. Mas Abimeleque ainda não se tinha chegado a ela; por isso disse: Senhor, matarás também uma nação justa? Não me disse ele mesmo: É minha irmã? E ela também disse: É meu irmão. Em sinceridade do coração e em pureza das minhas mãos tenho feito isto. E disse-lhe Deus em sonhos: Bem sei eu que na sinceridade do teu coração fizeste isto; e também eu te tenho impedido de pecar contra mim; por isso não te permiti tocá-la." (Gênesis 20.3-6)



  O pobre Abimeleque provavelmente pensou que ele livremente se absteve de tocá-la, pensou que ele poderia ter tocado ela mas não tocou. Abimeleque poderia ter realmente pensado que seu futuro em relação a Sara fosse um jardim de caminhos que se bifurcam. Sua crença do senso comum não correspondia à realidade, porém; na verdade, ele deixou de ser um agente moral neste momento. Neste momento Deus ontologicamente transformou a pessoa de Abimeleque, protegendo-o com cordas e controlando-o via “providência meticulosa, retentiva”. Neste momento, tornou-se um fantoche.



  O que é mais lamentável para alguns teólogos é que parece que Deus pode guardar as pessoas de pecar sem criar um “mundo massivamente diferente” do que nós vemos agora. Ou ele violou o livre arbítrio libertário de Abimeleque fazendo o que ele fez, ou ele não fez. Se ele fez, ele era capaz de fazer tão conspicuamente (contrária a afirmação de alguns apologistas arminianos). Se ele não fez isto, então por que o Deus arminiano não faz isto com mais frequência? Ele pode guardar Abimeleque de pecar contra Deus e de tocar Sara enquanto não guarda David Westerfield de pecar contra Deus de tocar em Danielle Van Dam? Deus amou Sara mais do que Danielle? Ele gostou mais de Abimeleque do que de Westerfield? Que amor é este?


Tradução: Francisco Alison Silva Aquino
Via: Pelo Calvinismo 

                                                    

O Escorpião e o Mestre


        



Um mestre do Oriente viu quando um escorpião estava se afogando e decidiu tirá-lo da água, mas quando o fez, o escorpião o picou.
Pela reação de dor, o mestre o soltou e o animal caiu de novo na água e estava se afogando de novo.
O mestre tentou tirá-lo novamente e novamente o animal o picou. Alguém que estava observar aproximou do mestre e disse:


— Desculpe-me, mas é teimoso! Não entende que todas às vezes que tentar tirá-lo da água ele irá picá-lo?
O mestre respondeu:

— A natureza do escorpião é picar, e isto não vai mudar a minha, que é ajudar.
Então, com a ajuda de uma folha o mestre tirou o escorpião da água e salvou sua vida.

Não mude a tua natureza se alguém te faz algum mal. Alguns perseguem a felicidade, outros a criam. Preocupe-se mais com tua consciência do que com a sua reputação. Porque a tua consciência é o que tu és, e a tua reputação é o que os outros pensam de ti. E o que os outros pensam, não é o nosso problema... é problema deles.

“Desafio do Charlie” desencadeia possessões coletivas em escolas e causa pavor a alunos; #video




A brincadeira conhecida como “Desafio do Charlie” se espalhou rapidamente entre alunos de escolas da rede pública e gerou tumultos. Em diversos casos, foram relatadas possessões coletivas entre os adolescentes.



O caso de maior transtorno para os educadores aconteceu em Manaus (AM), onde alunos passaram mal após invocarem o espírito Charlie, inspirados pelos vídeos publicados nas redes sociais por pessoas de todas as partes do mundo.




“Ontem, uma menina do 8º ano começou com a brincadeira do ‘Charlie’. Uma menina disse que viu o ‘demônio’, e outra começou a ver e espalhar para escola toda. As meninas começaram a desmaiar, ter convulsões, os pequenos do 1º ao 6º ano começaram a se enforcar a se bater”, disse uma das alunas da Escola de Tempo Integral José Carlos Mestrinho, localizada na zona sul da capital amazonense.



Uma mãe de um dos alunos afirmou que a menina que teria sido possuída, estava “delirando, não falando ‘coisa com coisa’, falando que não era pra deixar ninguém levar ela”.



“Tinha bastante criança jogada no chão sem saber o que estava acontecendo. Meus netos chegaram contando que uma garota que estava com o lápis chamando pelo nome de um espírito que já morreu, e aí começaram a ‘pegar’ espírito”, relatou uma avó à reportagem do G1.



Em outra escola de Manaus, na zona norte da cidade, houve um caso semelhante: “Eles se juntaram na sala, quando eles deram as mãos, aí esse garoto que tava zoando assoprava a caneta pra caneta rodar, aí as meninas falavam pra ele se afastar, ele sempre ficava assoprando a caneta pra caneta rodar, e quando eles pararam de ficar zoando, e quando eles deram as mãos, a caneta realmente rodou sozinha, girou sozinha, a folha do caderno grudou na mão dele e não quis sair, aí ele ficou se batendo no chão”, afirmou uma estudante da Escola Estadual Sebastião Norões, do bairro Cidade Nova.



Segundo informações do Portal do Amazonas, “a brincadeira demoníaca iniciou às 9h da manhã, horário de intervalo dos alunos, quando eles perceberam que o ritual virou verdade, entraram em desespero”.



A capital do Amazonas ainda registrou um terceiro caso em que supostamente a “brincadeira” teria desencadeado uma possessão de uma aluna, de acordo com o Portal do Holanda. “Uma das garotas acabou começando a falar com a voz grave e vomitando muito. Várias crianças ficaram desesperadas com a cena e se instalou o caos na escola. Na internet, funcionários da escola e alunos tem realizado diversos relatos”, noticiou o site.



Um vídeo mostra que uma pessoa ora pedindo a Deus a libertação da aluna da possessão demoníaca:




No vídeo abaixo, um caso semelhante aos relatados acima foi registrado no estado de Rondônia:




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Fonte: GOSPEL MAIS 
Via: Púlpito Cristão 




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