Cinco Votos para Obter Poder Espiritual.
Primeiro - Trate Seriamente com o Pecado. Segundo - Não Seja Dono de Coisa Alguma. Terceiro - Nunca se Defenda. Quarto - Nunca Passe Adiante Algo que Prejudique Alguém. Quinto - Nunca Aceite Qualquer Glória. A.W. Tozer
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
SÓ "PAPAI E MAMÃE" E DE LUZ APAGADA?
"Além do tradicional 'papai e mamãe', posso fazer amor com meu cônjuge em outras posições?" Esta é mais uma dúvida que paira na mente de muitos cristãos. Não sou eu quem vou dizer o que vocês devem ou não fazer na cama, afinal, "feliz é o homem que não se condena naquilo que aprova", mas através de alguns esclarecimentos, posso dizer o que estão perdendo. Seguindo a lógica de Romanos 13:8-9, qualquer mandamento se resume ao amor. Ou seja, se pratico o amor, estou cumprindo a lei. Então, não há nada de errado em transar em outras posições se eu deixar de lado o egoísmo e buscar satisfazer o meu cônjuge. Bom, eu poderia terminar o texto aqui, mas acho interessante entrar em alguns outros detalhes.
Um deles é a hipocrisia. Algumas religiões não permitem que o marido veja a esposa nua e vice-versa. Alguns inclusive usam aquele famoso lençol com um buraco no meio para fazer amor. E onde entra a hipocrisia? É que muitos desses homens mergulham na masturbação e pornografia para satisfazer seus desejos reprimidos (sem contar os que recorrem a outras mulheres), e muitas esposas passam a vida inteira fantasiando e sonhando com um sexo de verdade. E o pior: não existe nenhuma justificativa Bíblica para tal comportamento. Muito pelo contrário! O livro de Cânticos, por exemplo, é uma ode (composição poética) ao sexo entre marido e mulher!
A Bíblia é clara quando diz lá em 1 Coríntios 7:4-5 que o meu corpo pertence ao meu esposo e o corpo dele pertence a mim. Ou seja, meu corpo deve satisfazer todas as suas necessidades e o dele, as minhas. Existe coisa melhor do que poder realizar os nossos desejos sexuais com a pessoa que mais amamos? E sem sentir culpa?
Lembrando que nessa questão também entra a regra do amor: se houver egoísmo e falta de amor, o que era pra ser gostoso vira pecado.
Quando um homem encontra sua mulher e a mulher o seu homem, tudo deveria acontecer na maior naturalidade. O anormal é ver casais que não se amam, não se desejam e não se gostam, transando para “cumprir as Escrituras”, e depois, levantam da cama cheios de culpa, medo e neurose. A Bíblia não conhece pudores dentro de um quarto onde existe amor de verdade. Pecado é a "objetização" do sexo. É praticá-lo sem amor e sem desejo, como mecânica orgânica apenas. Aí está o erro, ou melhor, o desperdício!
Sobre as posições sexuais, a verdade é que muitos casais se acomodaram com o tradicional "papai e mamãe". Mas qual é o problema nisso? Nenhum! Se os dois estão satisfeitos e não se interessam por outras posições, sejam felizes! O que não pode é fazer dos seus gostos e desgostos pessoais regra pra vida de ninguém: "Papai e mamãe pode, mulher por cima pode, mas sexo de pé é pecado!" Ah! Faça-me o favor! Esposa, seu marido provavelmente escolherá o "papai e mamãe" cem vezes em cem se perceber a sua satisfação, em vez das posições mais atléticas se suas reações estiverem transmitindo insatisfação.
Mas infelizmente, muito embora esta posição ofereça o maravilhoso benefício do contato face e face e corpo no corpo, ela não proporciona a melhor estimulação para a mulher, a não ser que se façam alguns ajustes para encontrarem o ponto certo: o ponto "G". Como para a grande maioria dos homens a posição sexual não está diretamente relacionada a estimulação que leva ao clímax (ao contrário da mulher), é interessante que você, esposa, teste e sugira algumas posições, até encontrar aquelas que mais te estimulam. Você pode gentilmente assumir o controle da velocidade, da direção, do momento, das posições e da profundidade dos movimentos dele. De modo geral, o homem gosta quando a mulher toma a iniciativa para obter o que deseja. Uma esposa que esteja visivelmente satisfeita com o sexo, é uma das experiências mais excitantes que qualquer homem pode ter!
Existem também aquelas posições que favorecem algumas situações, como quando a esposa está grávida, o marido é muito "bem dotado" (a mulher pode se machucar dependendo da posição) ou o casal está com pressa. Vocês precisam se sentir a vontade dentro do seu "reino", mas a liberdade e intimidade na cama só se conquista quando existe intimidade no relacionamento. A conversa aberta e franca é essencial. Para a maioria dos homens não importa onde e como a esposa quer fazer sexo. Se ela estiver disposta, eles também estarão! Mas para a grande maioria das mulheres não funciona assim. Dependendo do humor feminino, uma posição pode ser ofensiva e outras, acabam com o desejo instantaneamente. Marido, não esqueça que para a mulher o sexo está intrinsecamente ligado à emoção.
E pra finalizar, o seu desejo deve estar no seu cônjuge e não na posição em si. Digo isso porque muitos casais ficam viciados em posições bizarras e se esquecem que não é a posição em si que resulta num sexo gratificante, mas sim o que você faz através dela. Se o seu desejo for o de agradar o seu cônjuge, satisfazê-lo e transmitir o amor que sente por ele, até canguru perneta vale! Diversificar as posições é como a cereja do bolo: faz o que já era muito bom ficar ainda mais gostoso! E lembre-se: a melhor posição nunca será substituta de um relacionamento saudável. Sexo tem a ver com a qualidade de toda sua vida amorosa e não com o intrincado alinhamento de seus corpos.
Ah! Só mais um conselho: a não ser que vocês sejam um casal de ginastas, não tentem a lei da gravidade e não abusem da elasticidade, pois correm o risco de transformar uma linda noite de amor em tragédia!
Tenham um bom sexo!
Por: salvemeucasamento.blogspot.comb.r
Vergonha! Querem cobrar direito autoral dos louvores cantados no culto
Por Renato Vargens
Caro leitor, eu faço coro com o Bispo Walter isso é um verdadeiro absurdo e digo mais este mercado gospel me enoja! O simples fato de saber que existe gente querendo enriquecer as custas do louvor na casa de Deus me dá náuseas.
Pois é, diante desta aberração comercial resta-nos descobrir os nomes dos compositores dispostos a cobrar direitos autorais das canções entoadas no cultos. Bom, antes que alguém me apedreje deixe eu explicar que acho lícito, justo e correto o compositor receber os direitos autorais de suas músicas cantadas no Rádio e na TV, agora, vamos combinar uma coisa? Cobrar por aquilo que a igreja canta nos cultos é demais da conta não é verdade?
O meu amigo, Walter McAlister que é Bispo Primaz das Alianças de Igrejas Nova Vida publicou um texto absolutamente inquietante.
Pois bem, o Bispo Walter em seu BLOG denunciou que a sua denominação foi notificada (leia aqui) de que teria de pagar direitos autorais pela execução de músicas de “louvor” nos seus cultos. Segundo o Bispo, cada uma de suas igrejas ficaria, assim, responsável por declarar o número de membros e a frequência aos seus cultos, para que fosse avaliado o imposto a ser pago ao Christian Copyright Licensing International (CCLI), sociedade que realiza a arrecadação e a distribuição de direitos autorais decorrentes da execução pública de músicas nacionais e estrangeiras. Por sua vez, o CCLI repassaria o valor devido aos compositores cujas músicas estão cadastradas.
Pois bem, o Bispo Walter em seu BLOG denunciou que a sua denominação foi notificada (leia aqui) de que teria de pagar direitos autorais pela execução de músicas de “louvor” nos seus cultos. Segundo o Bispo, cada uma de suas igrejas ficaria, assim, responsável por declarar o número de membros e a frequência aos seus cultos, para que fosse avaliado o imposto a ser pago ao Christian Copyright Licensing International (CCLI), sociedade que realiza a arrecadação e a distribuição de direitos autorais decorrentes da execução pública de músicas nacionais e estrangeiras. Por sua vez, o CCLI repassaria o valor devido aos compositores cujas músicas estão cadastradas.
Caro leitor, eu faço coro com o Bispo Walter isso é um verdadeiro absurdo e digo mais este mercado gospel me enoja! O simples fato de saber que existe gente querendo enriquecer as custas do louvor na casa de Deus me dá náuseas.
Ah! Que saudade da boa música,
ministrada, cantada, com unção, cujo interesse era simplesmente
engrandecer o nome de Deus! Que saudade, do louvor apaixonado, que
brotava do peito dos adoradores como um grito de paixão e amor. Que
saudade das lágrimas derramadas, das composições desinteressadas, da
música entoada por músicos cheios de Deus e de seu Espirito.
Pois é, diante desta aberração comercial resta-nos descobrir os nomes dos compositores dispostos a cobrar direitos autorais das canções entoadas no cultos. Bom, antes que alguém me apedreje deixe eu explicar que acho lícito, justo e correto o compositor receber os direitos autorais de suas músicas cantadas no Rádio e na TV, agora, vamos combinar uma coisa? Cobrar por aquilo que a igreja canta nos cultos é demais da conta não é verdade?
Isto posto, digo que o melhor a
ser feito é boicotar os mercadores da fé juntamente com suas canções.
Além disso, vamos cantar as velhas músicas que viraram domínio público,
incentivando os músicos de nossas Igrejas a comporem também novos
louvores que exaltem a Deus.
Que Deus tenha misericórdia de nós, que se compadeça da sua igreja, perdoe nossos pecados, e nos dê um avivamento.
terça-feira, 11 de setembro de 2012
Até o Diabo sabe que não existe “adoração extravagante”!
Há “adoradores” que insistem em defender e propagar um jugo desigual, a “adoração extravagante”. À luz da Bíblia, adoração só pode ser casada com reverência, prostração, inclinação, humilhação, quebrantamento, etc. Jamais pode ser associada a extravagância, termo que designa excentricidade, estroinice, esquisitice, falta de bom senso, dissipação, malversação, etc. Etimologicamente, o termo vem do latim extravagari e significa “andar errante” (Houaiss).
Jesus afirmou que os verdadeiros adoradores adoram o Pai “em espírito e em verdade” (Jo 4.23,24). E é evidente que adorar em espírito e em verdade não denota adorar a Deus com uma “adoração extravagante”, irreverente, sem limites. Você sabia que até o Diabo sabe o que significa adoração? Ao tentar o Senhor, o Maligno lhe disse: “Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares” (Mt 4.9).
Observe que o Inimigo associou a adoração à prostração. Nesse caso, ele se mostrou melhor conhecedor do sentido bíblico da adoração do que muitos “adoradores” da atualidade, os quais chamam de adoração as suas performances de street dance, funk, forró, balé, coreografia, etc. Ora, isso nada tem a ver com a verdadeira adoração!
Procure, no Antigo Testamento, pelo menos um versículo que associe a adoração a Deus à extravagância. Não há um sequer. Mas há inúmeras referências pelas quais se comprova que a adoração ao Senhor deve ser, sempre, reverente. Veja isso no Pentateuco (Gn 24.26; Êx 12.27; 34.8,9), nos Livros Históricos (2 Cr 20.18; 29.29; Ne 8.6) e nos Livros Poéticos (Jó 1.20; Sl 95.6).
Alguém poderá argumentar: “O Antigo Testamento não deve ser considerado. O que vale para a igreja de hoje é o Novo Testamento”. Veja que incongruência! Os propagadores da dança extravagante (funk, axé, samba, etc.), para defenderem as suas invencionices gospel, se apegam a quê? Ao Antigo Testamento! Isso porque citam, fora de contexto, as danças patrióticas de Miriã e Davi, além dos Salmos 149 e 150. Entretanto, ignoram o fato de Davi e Asafe jamais terem chamado dançarinos e coreógrafos para o louvor do Senhor, bem como fingem que não veem os vários textos veterotestamentários que associam a adoração à reverência.
Bem, se o Antigo Testamento não convence os “adoradores extravagantes” de que eles estão equivocados, então vejamos o que nos ensina o Novo Testamento. Em Mateus 2.11, não está escrito que os magos do Oriente entraram dançando na casa onde o menino Jesus estava. Mateus afirmou que eles, “entrando na casa, acharam o menino com Maria, sua mãe, e, prostrando-se, o adoraram”. Não houve nenhuma dança! Os magos não eram “adoradores extravagantes”. Eles eram adoradores reverentes!
Em 1 Coríntios 14.25, no capítulo do Novo Testamento em que é abordado o culto a Deus, o apóstolo Paulo — depois de transmitir importantes instruções visando a decência e ordem (v.40), e não a extravagância e desordem — afirma o seguinte: “Os segredos do seu coração ficarão manifestos, e assim, lançando-se sobre o seu rosto, adorará a Deus, publicando que Deus está verdadeiramente entre vós”. Paulo se referiu ao visitante descrente que entra na casa do Senhor para assistir a um culto. Mais uma vez a Palavra de Deus associa adoração a prostração, e não a danças e música frenética.
O que eu acho bastante curioso é que muitos “adoradores extravagantes” afirmam que estão ensaiando na terra para adorar no céu... Meu Deus, tem misericórdia dos que não sabem o que dizem!
Quer saber como será a adoração no céu? Leia com atenção o livro de Apocalipse. Veja, especialmente, os capítulos 4, 5, 7 e 19. Em todos eles vemos que não haverá espaço para a famigerada “adoração extravagante” na presença do Senhor!
A “adoração extravagante” pode satisfazer a carne, alegrar a geração gospel, encher igrejas lideradas por propagadores do evangelho-show, etc. Mas no céu ela não terá lugar! Deus revelou ao apóstolo João que, ali, todos se prostrarão diante do que estiver “assentado sobre o trono”, a fim de adorar “o que vive para todo sempre” (Ap 4.10; 5.14).
João viu que “todos os anjos estavam ao redor do trono, e dos anciãos, e dos quatro animais; e prostraram-se diante do trono sobre seu rosto e adoraram a Deus” (7.11). Sabemos que as palavras de louvor e adoração que os verdadeiros adoradores pronunciam, hoje, continuarão a ser ditas diante do trono de Deus e do Cordeiro.
Ali, não haverá — repito — lugar para extravagâncias e irreverências: “E os vinte e quatro anciãos e os quatro animais prostraram-se e adoraram a Deus, assentado no trono, dizendo: Amém! Aleluia! E saiu uma voz do trono, que dizia: Louvai o nosso Deus, vós, todos os seus servos, e vós que o temeis, tanto pequenos como grandes” (Ap 19.4,5).
Quantos podem dizer “Amém! Aleluia!”?
Ciro Sanches Zibordi
Jesus afirmou que os verdadeiros adoradores adoram o Pai “em espírito e em verdade” (Jo 4.23,24). E é evidente que adorar em espírito e em verdade não denota adorar a Deus com uma “adoração extravagante”, irreverente, sem limites. Você sabia que até o Diabo sabe o que significa adoração? Ao tentar o Senhor, o Maligno lhe disse: “Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares” (Mt 4.9).
Observe que o Inimigo associou a adoração à prostração. Nesse caso, ele se mostrou melhor conhecedor do sentido bíblico da adoração do que muitos “adoradores” da atualidade, os quais chamam de adoração as suas performances de street dance, funk, forró, balé, coreografia, etc. Ora, isso nada tem a ver com a verdadeira adoração!
Procure, no Antigo Testamento, pelo menos um versículo que associe a adoração a Deus à extravagância. Não há um sequer. Mas há inúmeras referências pelas quais se comprova que a adoração ao Senhor deve ser, sempre, reverente. Veja isso no Pentateuco (Gn 24.26; Êx 12.27; 34.8,9), nos Livros Históricos (2 Cr 20.18; 29.29; Ne 8.6) e nos Livros Poéticos (Jó 1.20; Sl 95.6).
Alguém poderá argumentar: “O Antigo Testamento não deve ser considerado. O que vale para a igreja de hoje é o Novo Testamento”. Veja que incongruência! Os propagadores da dança extravagante (funk, axé, samba, etc.), para defenderem as suas invencionices gospel, se apegam a quê? Ao Antigo Testamento! Isso porque citam, fora de contexto, as danças patrióticas de Miriã e Davi, além dos Salmos 149 e 150. Entretanto, ignoram o fato de Davi e Asafe jamais terem chamado dançarinos e coreógrafos para o louvor do Senhor, bem como fingem que não veem os vários textos veterotestamentários que associam a adoração à reverência.
Bem, se o Antigo Testamento não convence os “adoradores extravagantes” de que eles estão equivocados, então vejamos o que nos ensina o Novo Testamento. Em Mateus 2.11, não está escrito que os magos do Oriente entraram dançando na casa onde o menino Jesus estava. Mateus afirmou que eles, “entrando na casa, acharam o menino com Maria, sua mãe, e, prostrando-se, o adoraram”. Não houve nenhuma dança! Os magos não eram “adoradores extravagantes”. Eles eram adoradores reverentes!
Em 1 Coríntios 14.25, no capítulo do Novo Testamento em que é abordado o culto a Deus, o apóstolo Paulo — depois de transmitir importantes instruções visando a decência e ordem (v.40), e não a extravagância e desordem — afirma o seguinte: “Os segredos do seu coração ficarão manifestos, e assim, lançando-se sobre o seu rosto, adorará a Deus, publicando que Deus está verdadeiramente entre vós”. Paulo se referiu ao visitante descrente que entra na casa do Senhor para assistir a um culto. Mais uma vez a Palavra de Deus associa adoração a prostração, e não a danças e música frenética.
O que eu acho bastante curioso é que muitos “adoradores extravagantes” afirmam que estão ensaiando na terra para adorar no céu... Meu Deus, tem misericórdia dos que não sabem o que dizem!
Quer saber como será a adoração no céu? Leia com atenção o livro de Apocalipse. Veja, especialmente, os capítulos 4, 5, 7 e 19. Em todos eles vemos que não haverá espaço para a famigerada “adoração extravagante” na presença do Senhor!
A “adoração extravagante” pode satisfazer a carne, alegrar a geração gospel, encher igrejas lideradas por propagadores do evangelho-show, etc. Mas no céu ela não terá lugar! Deus revelou ao apóstolo João que, ali, todos se prostrarão diante do que estiver “assentado sobre o trono”, a fim de adorar “o que vive para todo sempre” (Ap 4.10; 5.14).
João viu que “todos os anjos estavam ao redor do trono, e dos anciãos, e dos quatro animais; e prostraram-se diante do trono sobre seu rosto e adoraram a Deus” (7.11). Sabemos que as palavras de louvor e adoração que os verdadeiros adoradores pronunciam, hoje, continuarão a ser ditas diante do trono de Deus e do Cordeiro.
Ali, não haverá — repito — lugar para extravagâncias e irreverências: “E os vinte e quatro anciãos e os quatro animais prostraram-se e adoraram a Deus, assentado no trono, dizendo: Amém! Aleluia! E saiu uma voz do trono, que dizia: Louvai o nosso Deus, vós, todos os seus servos, e vós que o temeis, tanto pequenos como grandes” (Ap 19.4,5).
Quantos podem dizer “Amém! Aleluia!”?
Ciro Sanches Zibordi
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
Máximas (equivocadas) de autoajuda ´bíblica´ e amuletos
William Douglas
@Site_WD
Um dos mais apavorantes erros cometidos pelas pessoas que lidam com a Bíblia é o uso de textos como chavões de autoajuda. E, pior, fora do contexto! Outros erros: achar que Deus é empregado, ou remédio para dor de cabeça, ou um investimento bancário que dá retorno percentual maior do que a caderneta de poupança.
Quando falamos nos chavões de autoajuda equivocada, um exemplo é o uso inadequado da conhecida citação do Apóstolo Paulo como argumento: “Tudo posso naquele que me fortalece” (Filipenses 4.13). Com base nisso, não planeja, não é prudente, não é proativo, não se prepara etc.
Já tive alunos crentes não estudaram durante todo o ano, mas, em dezembro, começaram a bradar que iriam passar porque, afinal de contas, “tudo posso naquele que me fortalece”. Também já vi empresários confiantes de que iriam pagar suas dívidas (que foram contraídas irresponsavelmente) por meio de algum milagre porque “tudo posso naquele que me fortalece”. Por amor à verdade, contudo, afirmo que já vi, várias vezes, Deus, em sua misericórdia, dar soluções miraculosas imerecidas. Deus tem seus planos e seus mistérios e não nos compete questionar sua misericórdia. Entretanto, ninguém deve contar com isso para sair por aí cometendo irresponsabilidades. Deus, além de misericordioso, é justo!
Quem usa esse versículo irresponsavelmente se esquece de ler o verso anterior, quando Paulo diz que isto significa que ele está pronto tanto para perder, como para ganhar, tanto para ter riqueza, como para ter nada, tanto para ter abundância como para estar na miséria. Ele, na verdade, estava dizendo que “tudo” poderia naquele que o fortalecia, seja tendo ou não coisas materiais. Paulo afirmou que a relação dele com Deus não dependia de quanto dinheiro ou sucesso tivesse, ainda que tenha deixado evidente a hipótese de infortúnio. A Bíblia deixa claro nesse trecho que, para vencermos, precisamos estar preparados para perder, pois uma derrota eventual só será definitiva se nós abandonarmos a guerra. Se prosseguirmos, certamente abriremos uma nova possibilidade de êxito, acumulando a experiência anterior como ensinamento. Se, em uma batalha, nós perdermos 50 vezes e vencermos na 51ª primeira vez, as cinquenta derrotas serão o pavimento de uma história de perseverança, pois a vitória, em qualquer momento, apaga toda uma história de derrotas e humilhações.
Basicamente, o verso diz que podemos não ter sucesso que isso não afetará nossa relação com Deus. E isso significa praticamente o contrário do uso “autoajuda” que lhe dão atualmente.
Na mesma linha, muitos dizem “Deus é Fiel” e acham que isso tem um poder mágico e sanador de todos os erros cometidos. Deus é fiel sim, claro, mas essa fidelidade também se manifesta em ter mandado conselhos e orientações que estão na Bíblia e são deixados de lado por alguns de seus seguidores. Os mesmos que depois ficam querendo milagres, esquecendo que um dos maiores milagres é concretizado quando uma pessoa resolve seguir os ensinamentos da Bíblia e, com isso, alcançar os resultados que agir corretamente produz.
Ainda existem as pessoas que colocam a Bíblia aberta em algum lugar como se fosse um tipo de amuleto, ou que citam versículos aqui e ali, e até nos documentos da empresa... mas que não seguem o que os versículos ensinam. Ou os utilizam totalmente fora de contexto. Para muitos, a citação de versos bíblicos serve apenas para envergonhar o Evangelho, pois não praticam o que falam ou apenas querem parecer boas pessoas e captar clientes e simpatia. Isso é lamentável.
A Palavra de Deus existe para ser lida, sorvida, vivida. Ela não pode ser usada como um amuleto, mas, sim, como um “manual do fabricante”, que nos ensina a forma correta de agir em todo e qualquer aspecto de nossa vida. E, como deve ser a todo “manual”, nenhum detalhe pode ser desperdiçado; é preciso ler do início ao fim, tantas vezes quantas forem necessárias.
William Douglas é juiz federal, conferencista internacional e especialista em concursos públicos.
Meu Vício é Viver
Fazer o quê? Não tenho como negar que há em mim essa disposição incansável de continuar, de persistir e resistir até ao improvável. Desenvolvi uma atração irresistível para tentar fazer o que outros não puderam, ir por onde muitos fracassaram, perseguir o que poucos conseguiram.
Fazer o quê? Eu gosto de frio, de chuva, de dias cinzentos, de engarrafamentos, de observar gente que vai e vem. Gosto da cidade grande, de cafeterias, livrarias, de boas conversas e mentes abertas. Gosto da solidão, da ocasião, de manteiga no pão e de por os pés na aspereza do chão.
Fazer o quê? Eu gosto de correr riscos, me expor e, por vezes, até de me contrapor. Mudo de faixa, mudo de lado, mudo de opinião, mudo às vezes fico, emudeço e deixo a mente vagar, transporto-me para outro lugar, fecho-me em copas, desapareço, saio de mim mesmo, deixo a casa e o ser vazios.
Fazer o quê? Tenho uma atração curiosa por coisas velhas. Admiro o retrô e possuo uma estranha saudade do passado. Não é nostalgia, mas gosto pelo antigo. Já senti muitas vezes que não faço parte deste tempo, deste mundo, desta geração. É pura contradição trabalhar com tecnologia e apreciar o rudimentar, o artesanal, o personalizado.
Fazer o quê? Já conheci muita gente, participei de muitas “rodas”, mas ainda não consegui fazer um amigo. Amizade é coisa difícil de conceituar, difícil de manter e mais difícil ainda de achar. Possuo, sim, muitos conhecidos, mas amigo, amigo mesmo, ainda não; quem sabe, um dia...
Fazer o quê? Eu sou exagerado, passional e ansioso. Tudo o que faço é extremado, é 8 ou 80. Não existe em mim meios-termos, nunca fui comedido, equilibrado, contido ou centrado. Sou excesso e paixão, sou intenso e emoção. A vida, essa sim, me pôs rédeas, o fracasso me impôs a razão e as quedas a ponderação. Mas não se engane, no fundo, ainda sou “bicho solto”.
Fazer o quê? Eu me enfado com a mesmice, não gosto de serializações, de rotinas, de agendas, de programas, de coisas ensaiadas, organizadas. Gosto do inusitado, da aventura, do improviso, do momento. Tenho ânsia em criar, sou movido por espasmos, impulsos violentos, saio do asfalto, ando por atalhos, crio meus próprios mapas, faço rotas onde na há estradas.
Fazer o quê? Apesar de toda a timidez, impensável para quem me aprecia, fato para quem me conhece, gosto de me expressar, sou ser polêmico, de opiniões firmes, convicções quais estacas fincadas no ser, por vezes, inamovíveis. Dificilmente ando de forma cartesiana, estou sempre na contra-mão, no contra-fluxo, do lado “errado” da rua, do lado de fora, onde há pouca ou nenhuma companhia.
Fazer o quê? Tornei-me alguém sem grandes ambições ou muitas pretensões. Como imaginava, na meia idade já conquistei tudo o que desejava meu coração. Um dia, é fato, eu quis dominar o mundo inteiro, mas isso quase me custou perder a minha alma. Ainda tenho uns poucos sonhos, que valem a pena ser sonhados, mas é coisa “rala”, simples e até fácil de se alcançar.
Fazer o quê? Se ainda há tanto por fazer, e muito mais ainda para ser, não me venha falar em aposentadoria, férias, ócio, feriado ou dia de Santo. Dá licença que eu vou passar, abra espaço que preciso seguir, estou grávido de esperanças e devo em breve parir singularidades. Sim, não espere por mim para o jantar, pois vou por esta estrada imprecisa, nesta ânsia de transcender, de ir além do que sou, tornar-me algo que ainda está por se fazer. E fazer o quê, se meu vício é viver?
Carlos Moreira
domingo, 9 de setembro de 2012
VIVA CRISTO NA BALADA
![]() |
| Balada |
Evangélicos
começam a inovar na cultura cristã. Uma casa noturna em Curitiba, Paraná, vai
inaugurar uma balada cristã para jovens neste feriado de 7 de setembro. A “Viva
Cristo na Balada” é uma balada diferenciada sem bebida alcoólica e onde os
grupos de música são somente os que seguem os princípios cristãos.
“Diferente,
inovador e foge de tudo que é tradicional. Para pessoas que amam a Cristo mas
que não são pessoas retrógadas”, diz a casa em seu vídeo promocional.
Segundo
a idealizadora da “Viva Cristo na Balada”, Fany Colegaro, a ideia surgiu a
partir de uma proposta de se reservar uma noite da semana para uma festa
diferenciada. “Eu fui buscar o que seria este diferencial e cheguei ao Viva
Cristo”.
MEU COMENTÁRIO
A Igreja de Cristo sempre andou e deve andar na contramão
do mundo, e não copiar o que existe de pior nele. Balada, pelas reportagens que
se repetem nos órgãos de imprensa, nos remete às antigas noitadas, aos chamados
inferninhos, onde se rola de tudo, roupas, música e dança sensual, bebida
alcoólica, relacionamentos descompromissados que vão de abraços, beijos
acalorados finalizando com sexo fora daquele local, e às vezes por aló mesmo.
Ora, se a balada não tiver essas coisas, seria ainda Balada?
Meu Deus...
Onde vamos parar? Daqui a pouco vão inventar Drive in
gospel, motel gospel, e o que mais? Uma espécie de inferno gospel
(sem fogo?)
O QUE DIRIA O INVENTOR DESSA TAL BALADA CRISTÃ DOS VERSÍCULOS ABAIXO?
"Ensinando-nos que, renunciando à impiedade e às
concupiscências mundanas, vivamos neste presente século sóbria, justa e piamente," Tito
2:12
Espírito, para as coisas do Espírito." Romanos 8:5
Parafraseio aqui o José Luiz Datena do Grupo Bandeirantes de Comunicação:
ME AJUDA AÍ JESUS!
sábado, 8 de setembro de 2012
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