Cinco Votos para Obter Poder Espiritual.

Primeiro - Trate Seriamente com o Pecado. Segundo - Não Seja Dono de Coisa Alguma. Terceiro - Nunca se Defenda. Quarto - Nunca Passe Adiante Algo que Prejudique Alguém. Quinto - Nunca Aceite Qualquer Glória. A.W. Tozer

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

domingo, 25 de setembro de 2011

CULTO EGOCÊNTRICO

A Paz do Senhor irmãos, acabei de sair de um culto no qual muito das vezes sempre estudei sobre esses cultos , cultos nos quais as pessoas utilizam a bíblia para liberar promessas e falar para a igreja que “ VOCÊS SÃO CONQUISTADORES” .
O texto usado nesse culto foi Josué 13:01 “Era, porém, Josué já velho, entrado em dias; e disse-lhe o SENHOR: Já estás velho, entrado em dias; e ainda muitíssima terra ficou para possuir”.
A Pregadora da noite leu o texto e começou a sua pregação, amados irmãos foram quase quarenta minutos de puro egocentrismo, falando para a igreja que vocês tem muito o que conquistar e não podem parar, dizendo que Deus está preparando a sua vitoria, deixa já te dizer uma coisa meus amados irmãos, Deus já preparou a sua e a minha vitoria e ela está na cruz do calvário, porque foi na cruz que Jesus Cristo venceu a morte por mim e por você essa é a nossa vitoria.
Em um certo momento do culto chegou a falar que esse versículo era um promessa de Deus para nós, isso me deixou muito irritado, porque se nos olharmos até o sexto versículo nele mostra as terras que faltava para serem conquistadas por Josué e não por nós.
Js 13:1-6 (1) Era Josué já velho e avançado em anos, quando lhe disse o Senhor: Já estás velho e avançado em anos, e ainda fica muitíssima terra para se possuir. (2) A terra que ainda fica é esta: todas as regiões dos filisteus, bem como todas as dos gesureus, (3) desde Sior, que está defronte do Egito, até o termo de Ecrom para o norte, que se tem como pertencente aos cananeus; os cinco chefes dos filisteus; o gazeu, o asdodeu, o asqueloneu, o giteu, e o ecroneu; também os aveus; (4) no sul toda a terra, dos cananeus, e Meara, que pertence aos sidônios, até Afeca, até o termo dos amorreus; (5) como também a terra dos Gebalitas, e todo o Líbano para o nascente do sol, desde Baal-Gade, ao pé do monte Hermom, até a entrada de Hamate; (6) todos os habitantes da região montanhosa desde o Líbano até Misrefote-Maim, a saber, todos os sidônios. Eu os lançarei de diante dos filhos de Israel; tão-somente reparte a terra a Israel por herança, como já te mandei.
Foi um culto totalmente voltado para a terra , hora nenhuma falou a igreja sobre salvação, cruz , arrependimento, negar a si mesmo, e sim você pode , é seu , você tem direito, você é um conquistador , e essa ultima foi falada muitas vezes.
Fico mais triste ainda por saber que temos ótimos pregadores na igreja e que eles ficam no banco muita das vezes ouvindo (e me desculpe a palavra) esse lixo de pregação no qual o homem é o centro e não Cristo , enquanto esses que estão no banco só conseguem enxergar Cristo nas mensagem e o homem como um pecador e que carece da misericórdia de Deus.
Amados eu deixo aqui esse pequeno desabafo e em nome de Jesus Cristo vamos estudar a palavra e não mais ler , e vamos começar a analisar a mensagens que temos ouvido para que não venhamos a ser enganados, não quero taxar a pregadora como uma falsa profeta, mais que Deus tenha misericórdia de sua vida e que ela possa verdadeiramente encontrar a palavra verdadeira a ser pregada nos cultos que é Cristo o principio , o meio e o fim da mensagem e não o homem, os cultos tem que ser Cristocêntrico e não egocêntrico.

Que Deus abençoe a todos

Por : Alessandro Silva

O Mistério dos Bolaines Do Mar Morto



Franklin Moura

Há milhares de anos, surgiu no sul de Israel uma depressão enorme, de aproximadamente 80 quilômetros de comprimento por 18 quilômetros de largura, com uma profundidade insondável, que desce aos abismos da Terra. Como naquele lugar ficavam as antigas cidades de Sodoma e Gomorra, teria sido tal depressão causada pelo fogo e enxofre que desceram do céu, fato confirmado até por Jesus? A verdade é que as outroras campinas verdejantes da região transformaram-se em um paisagem estéril, sem vida, e com uma altíssima concentracão de sal, como nunca se viu em qualquer outro lugar do mundo!


Como que para ocultar aquele enorme buraco – considerado o lugar mais baixo da Terra –, Deus fez com que, por milhares de anos, o Rio Jordão despejasse ali as suas águas doces, até que se formasse um enorme lago com a mesma extensão da depressão: 80 km. Porém, como a concentração de sal ali é altíssima, toda água trazida pelo Rio Jordão é imediatamente transformada em uma água imprestável, dez vezes mais salgada do que a água de qualquer oceano


Naquelas águas salgadas, nem mesmo a mais resistente bactéria consegue sobreviver. Qualquer peixe eventualmente transportado pelas correntezas do Rio Jordão morre assim que desagua neste lago de morte. Por isso aquele imenso lago é chamado de Mar Morto.Nos últimos 50 anos, o Mar Morto perdeu um terço das suas águas e, a cada ano, encolhe um metro. Ou seja: literalmente, o Mar Morto está morrendo!

Na década de 80, o primeiro-ministro de Israel, Menahem Begin, preocupado em salvar o Mar Morto, projetou transportar as águas do Mar Mediterrâneo através de dutos, e despejá-las no Mar Salgado, para reabastecê-lo. Mas o projeto foi abandonado por ser muito oneroso e politicamente impraticável, já que os dutos teriam de passar por dentro de centenas de montanhas e também por territórios hostis a Israel. Desde então, o Mar Morto continuou morrendo, sem que os geólogos, ambientalistas e cientistas pudessem fazer qualquer coisa, a não ser assistir à sua lenta extinção!

Porém, de alguns anos para cá, de maneira inexplicável, BURACOS MISTERIOSOS, com cerca de 30 metros de diâmetro por 7 de profundidade, começaram a surgir nas praias salgadas do Mar Morto e, de dentro deles, surpreendentemente, ÁGUAS PASSARAM A TRANSBORDAR! Águas que, apesar de brotarem de um solo extremamente salgado, CONSERVAM-SE DOCES E SAUDÁVEIS! Estes “bolaines” - porque assim estão sendo chamados – multiplicaram-se, e hoje há centenas e centenas deles! E todos brotando e transbordando águas doces, QUE ENCHERÃO O MAR MORTO DE VIDA! A Ciência não tem uma explicação para isto, mas a Palavra de Deus tem! Ezequiel 47 tem a resposta.



sexta-feira, 16 de setembro de 2011

O que a Bíblia diz a respeito do culto pentecostal?

Se, por um lado, há heresias e modismos pseudopentecostais na igreja brasileira, observo que, por outro, existe o antipentecostalismo, cujos proponentes verberaram impiedosamente contra os cristãos pentecostais, a ponto de os tacharem — com “ch” mesmo! — de ignorantes, analfabetos e hereges.

Todos sabem que sou pentecostal. Pertenço à Assembleia de Deus desde os meus 15 anos. Creio na atualidade da manifestação multiforme do Espírito Santo, conforme 1 Coríntios 12.4-6, passagem que menciona a diversidade de dons, ministérios e operações do Consolador. E, por isso, neste quarto artigo, quero mostrar o outro lado da moeda: o antipentecostalismo.

Nos artigos anteriores, mostrei que o pseudopentecostalismo é uma aberração. Mas abraçar o antipentecostalismo é outro grande erro. Respeito os irmãos cessacionistas. Tenho amigos que pertencem a igrejas que não aceitam o culto pentecostal, convivemos pacificamente e até participamos de eventos evangelísticos, literários, etc. O que é inaceitável é ver uma parte dos cessacionistas — pequena, na verdade — verberarem contra a centenária Assembleia de Deus e outras igrejas pentecostais, associando-as ao pseudocristianismo.

Os antipentecostais, sem fazer nenhuma distinção, dizem que os pentecostais não obedecem às Escrituras. Asseveram que a promessa do revestimento de poder do Espírito foi apenas para os dias dos apóstolos. Mas, não estão eles ignorando passagens claras da Palavra de Deus, como Joel 2.28,29, Lucas 24.49, Atos 2.39, 1 Coríntios 12-14, 1 Tessalonicenses 5, etc.?

Não devemos abrir mão da sobrenaturalidade do verdadeiro Evangelho, expressa mediante dons, ministérios e operações que se manifestam na Igreja (e não apenas no culto), os quais são descritos com muita clareza no Novo Testamento. Por que os antipentecostais insistem em afirmar que as línguas e a profecia cessaram? É pecado falar em línguas? Pecado é zombar, escarnecer do que a Palavra do Senhor apresenta como manifestação proveniente do Espírito, desprezá-la ou fazer mau uso dela (1 Co 14; 1 Ts 5.19-21).

Citando Paulo, os antipentecostais asseveram que “havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas cessarão” (1 Co 13.8). Ora, esse apóstolo disse isso depois de enfatizar que nada teria valor sem o amor de Deus, derramado em nossos corações pelo Espírito Santo (Rm 5.5). Línguas, profecias, ciência e fé perdem o sentido sem o amor (vv.1,2). Se não tivermos o amor de Deus, “havendo ciência, desaparecerá” (v.8), isto é, ela não terá valor algum. Mas nenhum dos opositores do Movimento Pentecostal afirma que a ciência desapareceu...

E, quanto à fé? Caso não haja o amor, com certeza ela “desaparecerá”, posto que o fruto do Espírito gerado em nós molda o nosso caráter, fazendo com que virtudes eficazes se manifestem com o amor, primeiro elemento desse fruto (Gl 5.22; 1 Co 12.31; 13.1). Todos os outros “gomos” são diferentes expressões dessa preciosa virtude: gozo é o amor regozijando-se; bondade, o amor em ação; fé, o amor crendo; e assim por diante (Ef 5.9; 2 Pe 1.5-9; Cl 3.12-16).

Quanto ao batismo com o Espírito — que é diferente de ser batizado no Corpo de Cristo pelo Espírito (cf. 1 Co 12.13) —, trata-se de um revestimento de poder para o cristão (Lc 24.49; At 1.8). E a promessa desse poder diz respeito “a tantos quantos Deus, nosso Senhor, chamar” (At 2.39). Um revestimento se aplica a quem já está vestido, não é mesmo?

Eu sei que, para os antipentecostais, é difícil abrir mão da interpretação — equivocada — de que as línguas mencionadas em 1 Coríntios 14.18 eram idiomas aprendidos neste mundo, como hebraico ou grego. Mas, em 1 Coríntios 14.2, está escrito: “Porque o que fala língua estranha não fala aos homens, senão a Deus; porque ninguém o entende, e em espírito fala de mistérios”. Se as línguas estranhas são idiomas aprendidos, por que ninguém as entende?

Se as línguas mencionadas por Paulo são deste mundo, por que ele disse que é preciso orar para interpretá-las? Observe: “ore para que a possa interpretar” (1 Co 14.13). Além disso, o termo “mais” (gr. mallon) indica que Paulo falava em línguas mais frequentemente (e não em mais idiomas) que os crentes de Corinto.

Sabemos que há falsificadores da Palavra (2 Co 2.17), mas abrir mão do poder do alto por causa dos falsos profetas é privar-se das armas da nossa milícia, que não são deste mundo (Lc 10.19; 2 Co 10.4). Lembremo-nos de que, no Novo Testamento, há três nãos que não podemos ignorar: “não proibais falar línguas” (1 Co 14.39); “Não extingais o Espírito. Não desprezeis as profecias” (1 Ts 5.19,20).

Definitivamente, não é um bom caminho fazer pouco caso dos sinais, prodígios e maravilhas que o próprio Senhor Jesus apresentou como o efeito da pregação do Evangelho (Mc 16.15-20; At 4.30,31; 8.13).

Ciro Sanches Zibordi

terça-feira, 13 de setembro de 2011

CORRA! Carter Conlon

Qual a diferença?

Por: Alessandro Silva

A paz do Senhor irmãos. Esse eu nem vou comentar, Deus abençoe a todos.


domingo, 11 de setembro de 2011

sábado, 10 de setembro de 2011

Movimento Pentecostal

Por: Alessandro Silva

Mais uma vez venho bater na mesma tecla, será que tudo o que tem acontecido na Igreja é da parte do Espírito Santo. Veja o vídeo abaixo e tire suas próprias conclusões.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Paul Washer - Fortalecidos pelo Poder do Espírito Santo

Leia o estudo abaixo primeiro antes de ver o video.

Será que Deus mudou?

Por: Alessandro Silva

O Acampamento de Israel





Moisés haviam aproximadamente 600.000 homens e também mulheres e crianças que deixaram o Egito no êxodo. Eles saíram do Egito em grau e registraram como foram as suas jornadas no deserto e o acampamento das doze tribos ao redor do Tabernáculo, em locais especificados pelo Senhor.

Ex 12:37-38 "Assim partiram os filhos de Israel de Ramessés para Sucote, cerca de seiscentos mil a pé, somente de homens, sem contar os meninos. E subiu também com eles muita mistura de gente, e ovelhas, e bois, uma grande quantidade de gado."

As Doze Tribos

Cada uma das doze tribos teve uma área específica do acampamento para habitar. Quando os seus antepassados tinham partido ao sul rumo ao Egito aproximadamente 400 anos antes, eles tinham constituído uma família de doze tribos, cada uma encabeçada por um dos filhos de Jacó, que foi chamado por Deus de Israel. Enquanto eram escravos no Egito, eles preservaram as suas divisões familiares, e durante os anos as famílias dos doze filhos transformaram-se em famílias tribais ou tribos. Um bom exemplo está em Josué:


Js 7:14 " Amanhã, pois, vos chegareis, segundo as vossas tribos; e será que a tribo que o SENHOR tomar se chegará, segundo as famílias; e a família que o SENHOR tomar se chegará por casas; e a casa que o SENHOR tomar se chegará homem por homem."

As suas Posições

As doze tribos, em grupos de três, eram divinamente colocadas a uma certa distância ao redor do tabernáculo. Quatro das tribos - Judá, Rúben, Efraim e Dã - foram reconhecidas como líderes tribais. Cada uma teve seu próprio estandarte ou bandeira que os identificava como cabeça das tribos, enquanto as outras tribos tiveram suas insígnias, uma bandeira menor.


É importante notar que o Jacó (o patriarca das 12 tribos) tinha profetizado que a posição sênior em sua família pertenceria à tribo de Judá:

Gen 49:10 "O cetro não se arredará de Judá, nem o legislador dentre seus pés, até que venha Siló; e a ele se congregarão os povos."

Judá ocupou a maior área que estava na face oriental da entrada do tabernáculo, atrás das tendas de Arão. À sua direita, estava a tribo de Issacar e ao outro lado Zebulom. O próprio tabernáculo sempre foi encontrado no centro do acampamento, com as tendas das várias tribos dispostas à uma certa distância. Judá (com Issacar e Zebulom) numerou 186.400 homens. Rúben (com Simeão e Gade) estava ao sul com 151.450 homens. À Oeste estava Efraim (com Manassés e Benjamim) numerando 108.100 homens. Ao norte estava Dã (com Aser e Naftali) numerando 157.600 homens. Isto trouxe uma soma total de 603.550 homens acima de vinte anos. Não incluindo a tribo de Levi.


Num 2:2 "Os filhos de Israel armarão as suas tendas, cada um debaixo da sua bandeira, segundo as insígnias da casa de seus pais; ao redor, defronte da tenda da congregação, armarão as suas tendas."

Cada tribo teve uma bandeira específica:






A Tradição Judaica acredita que as bandeiras das tribos eram como se segue:

Judá- Leste (Leão de ouro com fundo escarlate).
Efraim - Oeste (Boi negro em fundo dourado).
Rúben- Sul (Homem em dourado).
Dã- Norte (Águia dourada em fundo azul).


A Tribo de Levi (A Tribo Consagrada)

Embora existam as doze tribos de Israel, nós notamos que existem treze nomes quando identificamos as suas posições no acampamento. Isso é por causa do privilégio especial dado à tribo de Levi quando eles apoiaram Moisés e se colocaram ao seu lado e "ao lado do Senhor", quando Israel se rebelou. Daquele momento em diante eles foram ordenados separados para o serviço do Senhor e estabelecidos como a tribo sacerdotal.


Isto teria deixado apenas onze tribos, mas a grande tribo de José que consistia em seus filhos Efraim e Manassés, foi dividida em duas. Cada um foi considerado como uma tribo individual. A tribo de Levi não só fôra leal, ao envolver-se em um ato de dedicação, mas também em um de substituição. Naquela noite de terror no Egito, quando foram mortos os primogênitos de todas as famílias egípcias, os primogênitos dos filhos de Israel foram preservados porque um cordeiro morreu em substituição para com eles. Assim que isto aconteceu, Deus chamou Moisés para consagrar todos os primogênitos, e os que nasceriam no futuro, para o serviço d'Ele. Eles tinham sido salvos da morte enquanto aqueles ao redor deles haviam morrido. Dali em diante, eles seriam separados para o serviço de Deus.


Mas quando os Levites foram escolhidos como a tribo consagrada, eles tomaram o lugar de cada primogênito das famílias de Israel, em um ato de substituição.

Moisés e o seu irmão Arão dele pertenciam à tribo de Levi, o terceiro filho de Jacó. Levi teve três filhos; Gerson, Coate, e Merari. Moisés e seu irmão vieram da família de Coate. Tendo escolhido Moisés para ser o líderdo Seu povo, Deus deu uma maior honra à família de Coate, escolhendo Arão para ser o primeiro dos seus sacerdotes, e em seguida somente os descendentes de Arão poderiam servir como sacerdotes e representar o povo de Deus.


O restante dos homens de Levi, conhecidos como Levitas, foram encarregados com o cuidado do santuário. Esta era uma tarefa santa que ninguém mais em Israel pôde participar. Apenas os Levitas poderiam levar o tabernáculo e a sua mobília quando o acampamento estava em marcha. Quando eles repousavam, somente eles trabalhavam para montar o santuário, e ajudar os sacerdotes (os filhos de Arão) em seu trabalho.

O Acampamento dos Levitas

Acampados logo após o tabernáculo estavam as tendas dos Levitas. O Levitas executavam os deveres sacerdotais e então eram mediadores entre Deus e o povo. A tribo de Levi foi dividida em quatro famílias. As suas tendas ficavam entre o tabernáculo e o povo, uma família em cada lado. Os Coatitas no lado sul com 8.600 homens. Os Gersonitas ao ocidente com 7.500 homens. O Meraritas ao lado norte com 6.200 homens. Ao lado oriental estavam as tendas de Moisés, Arão o sumo sacerdote, e os sacerdotes, filhos de Arão.


Deus estava acampado no centro

Um Tipo de Cristo e do seu povo

Deus acampa com o seu povo. O plano de Deus sempre foi de morar em nós e ser o nosso Deus. Ele nos conduz, ele nos quer e Ele fala a nós com a voz suave de um marido que está desesperadamente apaixonado pela sua noiva. As bandeiras de cada tribo apontavam para a real bandeira de Deus, Jesus Cristo. As quatro faces e as quatro cores falam d'Ele. Ele é o nosso estandarte. O Senhor é chamado Jeová Nissi (O Senhor é a nossa bandeira). Como o Levitas se levantavam entre o homem e Deus, assim Jesus Cristo se levanta entre o homem e um Deus santo e irado, para ser um Mediador, e trocar a vingança pela clemência. O cristão nunca verá a ira da parte de Deus. Ele é nosso Pai, nosso Marido e nosso Amigo.


João 17:22-23 " E eu dei-lhes a glória que a mim me deste, para que sejam um, como nós somos um.
Eu neles, e tu em mim, para que eles sejam perfeitos em unidade, e para que o mundo conheça que tu me enviaste a mim, e que os tens amado a eles como me tens amado a mim."

João 6:28-29 "Disseram-lhe, pois: Que faremos para executarmos as obras de Deus? Jesus respondeu, e disse-lhes: A obra de Deus é esta: Que creiais naquele que ele enviou. "

Heb 7:22-25 " De tanto melhor aliança Jesus foi feito fiador. E, na verdade, aqueles foram feitos sacerdotes em grande número, porque pela morte foram impedidos de permanecer, mas este, porque permanece eternamente, tem um sacerdócio perpétuo. Portanto, pode também salvar perfeitamente os que por ele se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por eles."



Agora o porquê de colocar todo este estudo, de mostrar a forma como Deus organizou o seu povo no deserto, cada tribo no lugar especifico a forma de que cada tribo se levantava primeiro como a palavra do Senhor nos mostra para se locomoverem no deserto. Para um único fim que coloquei esse pequeno estudo, será que Deus mudou na sua forma de organização? Parece que sim, falo isso por causa de certas manifestações que dizem ser do Espírito Santo, manifestações na qual as pessoas ficam gritando e rolando no chão, pessoas que chegam a colocar a mão nos ouvidos e começam a gritar histericamente mais parecendo uma possessão demoníaca, pessoas que dizem perder o controle totalmente do corpo quando dizem “ ESTAR CHEIAS DO PODER “ , eu não vejo um Deus tão organizado fazer isso, e com qual propósito Deus teria em colocar um bando de gente numa igreja para ficar gritando, pulando , rolando no chão e dizendo “ OLHA O MANTO” .
Porque se Deus organizou o seu povo de forma tão brilhante no deserto, porque hoje Deus deixa tudo de forma desorganizada, será o que estamos vendo realmente é tudo manifestação de Deus, eu não duvido que Deus renova as pessoas, mais as renova para pregar a palavra, não para mostrar mais o que parece ser um ritual pagão do que manifestação de um Deus tão organizado como o que vimos no antigo testamento.
Olha o que aconteceu com Elias , em um dia fazer descer fogo do céu , literalmente, e no outro dia olha o que diz o texto:

1 REIS 19: 1-7

1 E Acabe fez saber a Jezabel tudo quanto Elias havia feito e como totalmente matara todos os profetas à espada. 2 Então, Jezabel mandou um mensageiro a Elias, a dizer-lhe: Assim me façam os deuses e outro tanto, se decerto amanhã a estas horas não puser a tua vida como a de um deles. [2Rs 6:31];
3 O que vendo ele, se levantou, e, para escapar com vida, se foi, e veio a Berseba, que é de Judá, e deixou ali o seu moço. [Hb 11:34]; 4 E ele se foi ao deserto, caminho de um dia, e veio, e se assentou debaixo de um zimbro; e pediu em seu ânimo a morte e disse: Já basta, ó SENHOR; toma agora a minha vida, pois não sou melhor do que meus pais.
5 E deitou-se e dormiu debaixo de um zimbro; e eis que, então, um anjo o tocou e lhe disse: Levanta-te e come. 6 E olhou, e eis que à sua cabeceira estava um pão cozido sobre as brasas e uma botija de água; e comeu, e bebeu, e tornou a deitar-se.
7 E o anjo do SENHOR tornou segunda vez, e o tocou, e disse: Levanta-te e come, porque mui comprido te será o caminho. 8 Levantou-se, pois, e comeu, e bebeu, e, com a força daquela comida, caminhou quarenta dias e quarenta noites até Horebe, o monte de Deus.

Ele pediu a Morte , do que adiantou tanto poder para descer fogo , se no outro dia teve que pedir a morte , mas olha o que o anjo disse no versículo 6.

E O QUE REPRESENTA COMIDA e BEBIDA NA BIBLIA “ É JESUS”

Jo 6:32-35 (32) Disse-lhes, pois, Jesus: Na verdade, na verdade vos digo que Moisés não vos deu o pão do céu, mas meu Pai vos dá o verdadeiro pão do céu. (33) Porque o pão de Deus é aquele que desce do céu e dá vida ao mundo. (34) Disseram-lhe, pois: Senhor, dá-nos sempre desse pão. (35) E Jesus lhes disse: Eu sou o pão da vida; aquele que vem a mim não terá fome; e quem crê em mim nunca terá sede.


Então amados vamos ser cheios sim , mais da palavra de Deus , e do poder do Espírito Santo sim , para pregar a palavra com ousadia e não para encher nosso ego , que Deus abençoe a todos.

Mark Driscoll - Como o cristão deve lidar com críticos

Ei, o conferencista internacional vem aí!

Megalomania (Dicionário Houaiss)

Acepções
■ substantivo feminino
1 Rubrica: psicopatologia.
supervaloração mórbida de si mesmo; macromania

2 Derivação: por extensão de sentido.
predileção pelo grandioso ou majestoso; mania de grandeza

3 Derivação: sentido figurado.
ambição ou orgulho desmedidos

É trivial piadas sobre "novos ricos". O senso comum indica que aqueles antes pobres que ficam ricos de uma hora para outra manifestam a breguice misturada com a arrogância. No meio evangélico também há os "novos ricos", ou melhor, as "celebridades instantâneas" que abraçam o brega com o orgulho. Não é somente no meio musical, mas principalmente na "indústria da pregação". Os púlpitos, que deveriam levar as palavras da cruz, servem como o palco dos pequenos egos. Vejamos:

a) O conferencista internacional

Talvez o meio evangélico seja o maior produtor de "conferencistas", ou seja, aja assunto importante para debater! Na verdade, qualquer pregador que grita como o Galvão Bueno na hora do gol é chamado de conferencista, mesmo sem nunca ter pisado em uma conferência de fato. Além disso, não conformados com títulos, como "pastor" ou "evangelista", o megalomaníacos querem ser chamados de "conferencistas internacionais". Bobagem ou vaidade? As duas coisas. O sujeito prega na fronteira do Paraguai e já faz a autopropaganda de sua fama internacional. É muita besteira para descrever em pouco espaço.

b) O reverendo doutor Fulano da Silva

Quando alguém deve ser chamado de doutor? Apenas no ambiente acadêmico. É somente na academia que os títulos de pós-graduação fazem sentido e são necessários para identificar o padrão de uma aula ou conferência. Conheço vários doutores e não vejo nenhum deles ostentando tal título por aí. É somente na breguice de pregadores que compram diplomas falsos e que fazem questão de serem chamados "reverendos doutores" em qualquer circunstância. É simplesmente boçal.

c) A terceirização do elogio

Parece combinado ou talvez até seja. O pregador convidado enche o pastor local de elogios e o pastor local enche o pregador convidado de louvores. É uma babação de ovo sem fim. Cansa ouvir e ao mesmo tempo é constrangedor. Até parece conversa de deputados federais diante de uma entrevista na TV Câmara. Elogiar é parte de uma boa educação, mas tudo tem limite!

Certamente que a cultura brasileira é viciada em tais bobagens. Essas atitudes mostram a mundanização do meio evangélico, mas lembrando que o fenômeno não é recente.
Postado por Gutierres Siqueira

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Que música é essa?

Para quem tem de 30 a 40 anos vai se lembrar fácil, uma época em que a televisão ensinava as crianças, bons tempos os anos 80.




quarta-feira, 7 de setembro de 2011

O Cálice amargo vem de Deus



Por Josemar Bessa

A vida do filho de Deus é cheia de dádivas e de perdas. Quando a visão de um Deus Soberano é perdida, é perdida toda condição de adoração contínua. Só podemos adorar ao contemplarmos as mãos de Deus agindo – necessário é então não ver muitas mãos mas apenas UMA Mão em todas as coisas.

Essa é a postura nobre de Jó ao se ajoelhar para adorar. Ele poderia ver muitas mãos agindo – Os Sabeus levando os bois e as cabras. O fogo que matou ovelhas e servos. Os Caldeus que roubaram os camelos. O vento que matou todos os filhos... Mas ao se ajoelhar a espada e todas as outras coisas foram ignoradas. O Patriarca reconheceu de forma que nossa época imatura não pode, uma única MÃO. Ele reconhece sozinho o “Senhor” – “O Senhor que deu e o Senhor que tirou”. Porque há tanta tristeza desnecessária, desespero, depressão, murmuração e condição nada cristã nos momentos de nossas tribulações e provações? Porque fixamos nosso olhar nas confusas rodas das causas secundárias dos eventos de nossas vidas.

E porque no momento que oramos – “Seja feita a tua vontade na terra como no céu” – não estamos de fato orando. Sofremos na tentativa de nos levantarmos nas ‘alturas para sustentar um argumento contra os procedimentos de Deus’.

Tapamos os ouvidos para não escutar “Sou Eu” – “Sucederá algum mal na cidade, sem que o SENHOR o tenha feito?” Amós 3:6. Haverá alguma gota amarga em nosso cálice que o Senhor não tenha acrescentado? O Senhor ama muito o seu povo para deixar ou confiar a qualquer outro seus interesses. Somos de fato barro nas mãos do Oleiro. Somos prata nas mãos do Refinador.

É Ele,e somente Ele que aponta os limites de nossa habitação. Deus é o autor tanto das misericordiosas dádivas quando das tristezas; do conforto e de nossas cruzes. Ele soprou sobre nossas narinas o fôlego de vida, e será a Sua convocação que chamará de volta o nosso espírito ( “A Deus que o deu” ).

Considere definitivamente sua própria vida e a vida de todas as pessoas queridas que te cercam como um empréstimo somente. Deus sendo o grande proprietário de toda a Sua Criação, quando entender ser o melhor momento, revoga a concessão, e toma o que sempre foi Seu.

Tudo que recebemos é misericórdia! Misericórdia concedida, misericórdia continuada dia a dia, e misericórdia no tempo certo, retida. Muitas vezes Ele tira para que Ele mesmo – e só Ele devia ter esse lugar – possa preencher o vácuo do coração com Sua presença toda-suficiente e inefável amor. Suas dádivas não compensam Sua falta; mas Sua presença compensa a perda de todas as dádivas. Compensa infinitamente mais todas as nossas perdas.

Vamos confiar e nos deleitar no amor e fidelidade do “Deus que dá” – Vamos deixar o mundo ver nossas vidas brilharem em beleza como um arco-íris em meio as nuvens de tempestade do “Deus que tira”. Só assim o mundo poderá ver quem é infinitamente precioso para nós. “O Senhor deu e o Senhor tirou; bendito seja o nome do Senhor” (Jó 1.21).

Oremos como Cristo: “Sim, ó Pai, pois assim pareceu bem aos teus olhos!”.

Línguas estranhas e o livro de Atos dos Apóstolos

Por Paulo Brasil


Apesar de agora estar nas prateleiras mais baixas do expositor das habilidades evangélicas, o dom de línguas por muito tempo representou o ápice de “poder e comunhão” com Deus.

A cada urro vindo do púlpito - ou de qualquer lugar - despertava um intenso frenesi na multidão, que ávida por demonstração de poder, espraiavam suas “línguas estranhas” trazendo a euforia necessária – carnal - para reverberação dos “linguálatras” em meio a assembleia.

A reverência e a proclamação da palavra submetiam-se a balbúrdia circense em que era tomado o “culto a Deus”. Cada um fazia conforme seu próprio espírito concedia: gritos, gargalhadas, abraços, choros, dispunham da euforia em nome de Deus.

Nas mentes - e nos corpos suados - exalavam a soberba que, sem meias palavras, vociferavam o diagnóstico de morte a tudo que respirava ordem e decência.

Hoje, (espero, mas não sei) apenas um remanescente sobrevive ostentando a manutenção de tais poderes, a grande maioria daqueles “homens de deus” partiu para outro nicho espiritual ou mesmo volveu-se ao próprio vômito.

São modismos evangélicos que fazem plantão em busca de "avivamento". Quem não lembra dos dentes de ouro? Da bênção de Toronto, com suas gargalhadas e quedas santas? A bolsa de valores M&M (Malafaia e Murdock) atribuindo o valor da alma humana? Fogueira santa? e muitos outros.

Percebe-se que o espírito de Balaão - a necessidade de projeção pessoal, o enriquecimento fácil e o desconhecimento do caráter de Deus - está presente em nosso meio, e ele contribui significativamente para essas e muitas outras “esquisitices evangélicas”.

Sim, mas e o dom de línguas como experimentam e ensinam os pentecostais procede das Escrituras?
Mister é questionar: As Escrituras oferecem suporte a tal prática? O que elas dizem sobre tal manifestação? Vejamos o dom de línguas nas páginas do livro de Atos dos Apóstolos.

O Livro de Atos inicia com uma sequência frenética de eventos: Há o mandamento do Senhor; a promessa de um novo batismo pela vinda do Espírito Santo; sua subida aos céus; a eleição do substituto do Apóstolo Judas; e por fim a vinda do Espírito conforme a promessa. Não sabemos em quanto tempo se deram esses fatos, mas é inegável o turbilhão da narrativa.

São desdobramentos que neste Livro se iniciam, outros são apenas sequências retomadas, portanto, iniciadas em pontos anteriores do texto sagrado.

Temos que nos curvar frente algumas necessidades:

1. Precisamos empreender cuidadosa leitura, como em um novelo de linha emaranhado, puxando linha após linha, encontrando sua sequência correta, até podermos vê-lo como novelo, um único fio. Assim, chegaremos a um veredicto que harmonizará os temas retomados ou iniciados aqui. Chegando a única verdade, e essa reflita o caráter e o propósito de Deus.

2. Precisamos de discernimento - grandeza de alma e humildade de coração - pois muitos são os enganos e falácias destes dias maus, e nossos corações tendem a cooperar com o presente século mal.

3. Precisamos de coração renovado e que o Ajudador prevaleça e as Escrituras forjem nossas mentes.

“Porque, embora andando na carne, não militamos segundo a carne, pois as armas da nossa milícia não são carnais, mas poderosas em Deus, para demolição de fortalezas; derribando raciocínios e todo baluarte que se ergue contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo pensamento à obediência a Cristo”; (2 Co 10:3-5)

E podemos afirmar que afinal temos a mente de Cristo (1 Co 2.16)

Comecemos pelo v. 4 onde fala a respeito da PROMESSA DO PAI dita aos Apóstolos. Que promessa é referida pelo Senhor? Obtemos a resposta no v.5:

“Porque, na verdade, João batizou em água, mas vós sereis batizados no Espírito Santo, dentro de poucos dias.”

A promessa compreendia um “batismo diferente do batismo de João”, pois diz: "sereis batizados no Espírito Santo".

Há, portanto, a correspondência entre a promessa a ser cumprida - o batismo no Espírito - e o batismo que João vinha realizando em Israel.

Essa correspondência está presente em todos os Evangelhos. João, o batista, garante-nos que seu batismo com água seria substituído pelo batismo com Espírito e com fogo (Mt 3.11; Mc 1.8; Lc 3.16; Jo 1.33).

“Eu, na verdade, vos batizo em água, mas vem aquele que é mais poderoso do que eu, de quem não sou digno de desatar a correia das alparcas; ele vos batizará com o Espírito Santo e com fogo”. (Lc 3.16).

Mas já àquela ocasião o cerimonial de João se mostrava transitório. João antecipa-se afirmando sua saída do cenário que se iniciava.

"É necessário que ele cresça e que eu diminua". (Jo 3:30)

Logo João é preso (Jo 3.18-20 e Mt 4.12) encerrando seu ministério. Essa transitoriedade logo se fez notar.
Foi por curto espaço de tempo que João e Jesus caminharam juntos. O desconhecimento por parte de João sobre o que se cumpria em Jesus reflete esse tempo. Talvez, por isso sua dúvida a respeito se Jesus seria mesmo o Cristo (Mateus 11).

Cumprido o ministério de João, o que ocorreu com o seu batismo?
Em João 4.1-2, lemos que:

“Jesus, fazia e batizava mais discípulos do que João (ainda que Jesus mesmo não batizava, mas os seus discípulos)”.

Não temos motivos para acreditar que o batismo dos discípulos do Senhor diferisse da forma ou propósito do batismo de João. Os discípulos de Jesus passaram a batizar o “batismo de João”, familiarizados ficaram com o ritual.

É necessário resgatar o propósito do batismo iniciado por João: para que o Messias fosse manifestado a Israel (Jo 1.31).

O batismo de João está inserido na moldura do anúncio do Messias, portanto o batismo de João faz parte da revelação do Senhor Emanuel - Deus conosco - para Israel.

Que importância há no fato do batismo de João servir para anunciar Jesus para Israel? Toda, pois esse propósito foi estendido para o batismo anunciado pelo Senhor.

Leiamos pois.

Ao anunciar-lhes o batismo no Espírito Santo diz:

“mas vós sereis batizados no Espírito Santo, dentro de poucos dias” (1.5)

E depois, ainda sobre o batismo diz (1.8):

“Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e ser-me-is testemunhas, tanto em Jerusalém, como em toda a Judeia e Samaria,e até os confins da terra”.

O batismo no Espírito Santo capacitaria aos discípulos para testemunhar de Cristo em Jerusalém, na Judeia, Samaria e até os confins da terra.

Apenas pela completa falta de temor e honestidade é possível esquivar-se que o batismo no Espírito Santo é infusão de poder nos discípulos para testemunhar de Cristo por toda a terra.

Há, portanto, uma correlação de propósitos entre os dois batismos: anunciar a Jesus, e agora por toda a terra. Esse ponto é a identificação e harmonia do novelo de linha.

Não me aventuro a afirmar que naquele momento tais características estivessem perfeitamente claras para os discípulos do Senhor, mas prossigamos em conhecer o Senhor.

No Livro de Atos dos Apóstolos, cap. 2.4, está escrito sobre a chegada do Espírito Santo:

“todos ficaram cheios do Espírito Santo e passaram a falar em outras línguas segundo concessão do Espírito Santo”;

Não há dúvidas: a vinda do Espírito Santo proporcionou aos discípulos "falar em outras línguas". Temos aqui um questionamento oportuno: Qual a natureza da língua falada - seria humana, seria angelical? No v. 11 há o testemunho:

“como os ouvimos falar em nossas próprias línguas?”

Nos vv. 8-11 lemos os termos: “língua que nascemos”; “próprias línguas”. Há a citação de pelo menos 12 etnias ou povos neste contexto.

A despeito do detalhe exegético que envolve o termo “línguas”, o registro é de idiomas humanos.

Sobejam razões – textuais e lógicas - para afirmarmos que naquele evento - dia de Pentecostes - cumpriu-se a promessa do Pai (1.5; 2.4; 3.33-34): o batismo no Espírito Santo. Como resultado deste batismo, os discípulos de Cristo passaram a falar em diversos idiomas humanos.

A corroborar com essa tese temos o cenário da época e a missão que estava sobre os ombros dos discípulos – anunciar a Cristo por toda a terra.

Considerando que os apóstolos eram todos judeus e que havia inúmeras nações debaixo do sol onde Cristo seria proclamado, é razoável e adequado que o Espírito Santo tenha capacitado aqueles homens a falar abruptamente em idiomas estrangeiros - das nações citadas textualmente.

As “línguas estranhas” no Livro de Atos dos Apóstolos nada mais são que idiomas humanos. O contexto, o texto, a lógica não permitem qualquer alusão a “línguas angelicais ou extáticas”.

Apenas o espírito de Balaão é capaz de prover a energia necessária para trocar a honra de Deus pela usura, carnalidade e impiedade que sustentam os dons “pentecostais”.

Extraído do blog http://atravesdasescrituras.blogspot.com/

domingo, 4 de setembro de 2011

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