Cinco Votos para Obter Poder Espiritual.

Primeiro - Trate Seriamente com o Pecado. Segundo - Não Seja Dono de Coisa Alguma. Terceiro - Nunca se Defenda. Quarto - Nunca Passe Adiante Algo que Prejudique Alguém. Quinto - Nunca Aceite Qualquer Glória. A.W. Tozer

sexta-feira, 17 de julho de 2015

12 perigos a se evitar na pregação expositiva

 


Mark Dever corretamente descreve a pregação expositiva como “a pregação que toma, para o ponto de um sermão, o ponto de uma passagem particular da Escritura”.

No entanto, tenho ouvido (e pregado!) sermões que pretendem ser expositivos, mas que se enquadram em algo inferior. Abaixo estão doze armadilhas: cinco que não fazem da mensagem de uma passagem a mensagem do sermão e, assim, abusam do texto; cinco que falham em conectar o texto à congregação; e duas que falham em reconhecer que a pregação é, em última análise, obra de Deus.

Nenhuma destas observações é original. Muitas eu aprendi na Eden Baptist Church, em Cambridge, em meados dos anos 90. Outras eu peguei ao longo do caminho. Desde que escrevi um artigo similar alguns anos atrás, eu incluí algumas sugestões que pessoas fizeram para serem adicionadas. Eu estou certo de que você pode pensar em outras.

Impostores que falham em ver o texto

1) O “Sermão Infundado”: o texto é mal entendido

2) O “Sermão Trampolim”: o ponto do texto é ignorado

3) O “Sermão Doutrinário”: a riqueza do texto é ignorada

4) O “Sermão Atalho”: o texto bíblico é apenas mencionado

5) O “Sermão Sem Cristo”: o sermão interrompido sem o Salvador

Impostores que falham em ver a congregação

6) O “Sermão Exegético”: o texto fica não aplicado

7) O “Sermão Irrelevante”: o texto é aplicado a uma congregação diferente

8) O “Sermão Privado”: o texto é aplicado somente ao pregador

9) O “Sermão Hipócrita”: o texto é aplicado a todos, menos ao pregador

10) O “Sermão Desajustado”: o ponto da passagem é mal aplicado à 
congregação presente

Impostores que falham em ver o Senhor

11) O “Sermão Sem Paixão”: o ponto da passagem é falado, não pregado

12) O “Sermão Sem Poder”: o ponto da passagem é pregado sem oração

***

Fonte: Voltemos ao Evangelho 



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